Nurse Jackie: School Nurse (1×04)

Nurse Jackie está apresentando vários elementos que está fazendo a série ser invejável. Com isso existe até quem diga que Jackie é a nova True Blood, o grande novo hit da temporada e isso torna as cobranças inevitáveis, mas mesmo prestando atenção em cada minuto e sendo o mais chato possível é quase impossível ver a série errar. Leia mais »

Nurse Jackie: Chicken Soup (1×03)

NURSE JACKIE

Como ninguém nunca reparou nos enfermeiros antes? Ou Nurse Jackie está comentando um exagero gigantesco os colocando em um pedestal alto demais, ou eles são a classe trabalhadora mais menosprezada de todos os tempos. Leia mais »

Nurse Jackie: Sweet ‘n All (1×02)

Sabe aquele típico segundo episódio de uma série em que o piloto agrada muito? Então, foi exatamente assim esse episódio de Nurse Jackie. Nem tão brilhante quanto o antecessor, mas mesmo assim bom. Leia mais »

Suposições/Apostas ao Emmy (Part 1/2)

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Essa é aquela época do ano em que os blogueiros e viciados em séries não falam em mais nada além de Emmy, Emmy e Summer season #fail (para diversificar um pouco), mas é do Emmy Awards 2009 que está postagem quer falar. O prêmio esse ano a irá acontecer uma semana mais cedo do previsto, dia 13 de setembro, as nomeações aos indicados irão ocorrer no próximo mês, dia 16 de julho e quem irão anunciá-los são Jim Parsons (The Big Bang Theory) e Chandra Wilson (Grey’ Ananatomy), dois fortes candidatos a auto-anunciação, já pensou?

Esse ano toda minha atenção está voltada para as categorias de Drama (por isso começarei com os comentários dela), provavelmente irá rolar muitas indicações à Grey’s Anatomy, minha queridinha da temporada, assim como para True Blood, ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Atriz com Anna Paquin, Mad Men e Breaking Bad, os tiros certos da novata AMC e The Closer, que muitos garantem que apresentou sua melhor temporada.

Das séries citadas eu realmente tenho fé e aposto que Grey’s Anatomy irá conseguir o maior numero de indicações. A série apresentou com sua submissão com dois episódios do arco William Dunn, “Sympathy for the Devil” e “Stairway to Heaven”. Em “Stairway to Heaven” a série voltou ao seu auge, o episódio foi magnífico e mostrou que as histórias de Meredith Grey haviam voltado à boa forma, o elenco teve um desempenho brilhante e o roteiro foi um dos melhores todos os tempos. Acho que ao invés de “Sympathy for the Devil” teriam de ter submetido “What A Difference A Day Makes” ou ainda “Now or Never”, mas com somente “Stairway to Heaven” aposto que a série estará entre as indicadas.

Também aposto que vários atores do elenco irão estar presentes na lista de indicados, Katherine Heigl, Sadran Oh e Chandra Wilson tem chances gigantescas de entrarem juntas na lista de indicados, Katherine e Chandra tiveram um desempenho melhor Sandra que acabou sendo prejudicada pela storyline da temporada em alguns momentos, mas mesmo assim, como o episódio certo Sandra consegue entrar, considero “Stand By Me” o episódio ideal para sua submissão. Ainda em Grey’s Anatomy, Justin Chambers e Patrick Dempsey tiveram ótimos momentos e torço muito para que Chambers consiga uma vaga em Ator Coadjuvante, ele realmente evoluiu e se apresentou perfeito durante toda a reta final da temporada. Minha estranheza ficou por Dempsey que também se inscreveu em Ator Coadjuvante e não Ator Principal, mas olhando bem e vendo a estratégia ele realmente tem mais chances em Coajuvante, contudo, acho que mesmo assim a indicação não ocorre.

Ainda na categoria de Ator Coadjuvante, Matthew Rhyns (Brothers & Sisters) e John Mahoney (In Treatment) são candidatos fortíssimos e preparados para entrarem na disputa, na minha lista de indicação eles estariam presentes. Terry O’Quinn (Lost) seria um dos meus favoritos caso sua inscrição tivesse ocorrido. Não vejo muito possibilidade de uma indicação a Michael Emmerson (Lost), essa temporada não foi do seu personagem, ele teve poucos grandes momentos e se ele não ganhou até agora, não será esse seu ano, quem sabe somente uma indicação. Então, minhas apostas ficam em Rhyns, Mahoney e Chambers (meu grande favorito) sobrariam ainda outras três vagas, provavelmente ocupadas por algum ator de Damages, William Hurt muito provavelmente e outro ator de, quem sabe, Mad Men.

Continuando a falar das categorias de Drama masculinas, temos a de Ator Principal e essa promete ser a mesma coisa de todo ano, aquele mais do mesmo batido. Jon Hamm, Michael C. Hall, Hugh Laurie, Gabriel Byrne, Bryan Cranston são indicações certos e duvido que todas essas indicações não aconteçam, a surpresa pode ficar para o sexto indicado, quem sabe Kyle Chandler, Simon Baker ou Kiefer Sutherland. Mas já há com saber que C. Hall não levará a estatueta e que estará na lista somente para fazer figuração. Eu não considero Byrne tão bom quanto os outros citados. Laurie é um ator de Globo de Ouro e duvido que ele leve o Emmy deste ano para casa. Então a briga ficaria entre os atores da AMC, John Hamm e Bryan Cranston e com isso provavelmente irá ocorrer um repeteco da edição passada e a surpreendente vitória de Bryan Cranston, novamente.

Na mesma categoria só que em sua versão feminina , Atriz Coadjuvante de Drama, a briga promete ser feia. Como eu já disse acima aposto em mais de uma atriz de Grey’s Anatomy na lista, Chandra Wilson e Katherie Heigl são aparições certas (podem apostar) e Sandra Oh é a incógnita do elenco. É provável também que as atrizes de In Treatment arrasem nesta lista, Allison Pill, Hope Davis e Dianne West são fortíssimas candidatas, mas as três sendo indicadas já seria demais, eu escolheria Pill, mas com os votantes do Emmy adoram atrizes experientes Davis ou West, a vencedora do ano passado, são apostas mais certeiras. Neste ano nem ouso citar o nome de Rachel Griffiths, pois sua temporada em Brothers & Sisters foi sofrível e não vejo qualquer episódio que renda uma boa submissão. Na minha lista ideal Elizabeth Mitchell (Lost) e Summer Glau (Terminator) estariam entre as indicadas, mas isso já é sonhar demais, ainda mais com a indicação da última.

Já em Atriz Principal de Drama a coisa promete ser um pouco diferente este ano, teremos com toda a certeza a vencedora do último Globo de Ouro, Anna Paquin (True Blood), dependendo do episódio submetido, Ellen Pompeo (Grey’s Anatomy) e January Jones (Mad Men), provavelmente Calista Flockart (Brothers & Sisters) e nada de Sally Field (Brothers & Sisters). Claro, além das já batidas Kyra Sedgwick (The Closer) e Glenn Close (Damages). Paquin é a vencedora do Globo de Ouro e se não for lembrada será o cúmulo. Pompeo terá chances de entrar na lista se enviar “Stairway to Heaven” com sua submissão. Jones (Mad Men) – como muitos dizem – foi abençoada pelos roteiristas nesta temporada. Brothers & Sisters apresentou uma temporada feita para Flockart, o que prejudicou Field. E Sedgwick e Close dispensam comentários e são as grandes favoritas. Mas ainda existe Mary McDonnell (Battlestar Galactica) que não pode ser esquecida, contudo também não podemos esquecer também que o Emmy menospreza séries de sci-fi.

A categoria de Séries de Drama também promete ter algumas surpresas. Eu realmente não excluo a possibilidade de E.R figurar entre os indicados (última temporada sabe como é que é, não?). Também cogito Grey’s Anatomy, que entre trancos e barrancos chegou ao fim com uma reta final de temporada excepcional. Também aposto em: 24, Friday Nights Lights, Breaking Bad e Mad Men. Mas, provavelmente o quem irá entrar são: Damages e Dexter ao invés de alguns dos meus citados acima e até aceitarei se isso acontecer, a única série que não quero ver na lista é Lost, pois por sua última temporada ela não merece uma indicação, não importa qual episódio seja o submetido.

[to be continued...]

prox. postagem categorias de comédia

Nurse Jackie: Pilot (Pre-air)

 

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Pelo menos nas séries médicos sempre foram tratados como heróis, os seres máximos, a ligação humana com Deus, os seres quem tem o poder de dar a vida, mas também tirá-la, divinos. Exemplos disso não faltam em Grey’s Anatomy, House, E.R, Private Practice, mas eis que surge Jackie, Nurse Jackie… Leia mais »

Mental: Pilot (1×01)

Peguem um ator britânico e de preferência com um corpo legalzinho para que ele possa aparecer pelado. Peguem também um país da America Latina para fazer as gravações e economizar gastos – crise financeira, oi? – mas que esse país também lembre os EUA, porque senão perderá o charme. E agora algumas características de outras séries, algo meio freakshow vindo de Nip/Tuck, o médico fodão e com métodos alternativos de House e claro, um protagonista charmoso e que mostre seus dentes a cada dez segundos como em The Mentalist. E ai estará Mental, um mistura de tudo isso, só que muito mal feita. Leia mais »

Glee & Season Finales

Glee: Pilot (1×01)

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Sem compromisso, esse é o termo que resumiria Glee a nova série de Ryan Murphy (Nip/Tuck e Popular), foi o que ele fez perfeitamente neste piloto.

O grande atrativo da série é a parte musical e isso ela faz muito bem. “Rehab” da tresloucada Amy Winehouse e a clássica “Don’t Stop Believin’” são as músicas que mais marcam no piloto e em reflexo a isso, no iTunes, apesar da audiência de Glee nem ter sido das melhores e mais animadoras – 10.74 milhões, após um season finale de American Idol – mas com a dinheirama e o status conseguido com os downloads das músicas já são um grande motivo para levar a Fox investir na série.

Glee conta a história de um professor de espanhol, que em um dia, do nada (talvez no meio de uma crise de identidade) resolve assumir o glee (grupo de jovens do coral) do colégio, com isso nos ficamos conhecendo os demais personagens e também vemos como Ryan Murphy é bom em aproveitar clichês e esteriótipos sem deixá-los ainda mais bregas.

Rachel Berry é a típica mocinha, a protagonista da ala teen, só que desta vez não é tão boazinha e muito menos boba, Rachel é sua própria vilã, é ela quem traça seu próprio caminho e isso é ótimo, já que Serenas e Marissas já deram o que tinham que dar. Os outros personagens são a negra a lá Kelly Rolland, mas que sonha em ser um Beyoncé. A oriental gaga que faz parte de um coral (?). O garoto da cadeira de rodas que sempre fica como centro das apresentações e estorvo. O garoto gay ligado a musicais, moda e todos os clichês gays existentes. Além do mocinho teen, jogador de futebol que namora a garota mais pura do colégio. E claro, o grande “bem feitor” do Glee Club, o professor de espanhol que sonha em reviver seus tempos áureos e ao mesmo tempo fazer algum bom aos seus alunos.

E com todos esses clichês não dá para entender como Ryan Murphy não errou. Tudo bem que o preview do piloto não foi brilhante e está longe de figurar entre os melhores pilotos já visto, mas mesmo assim Glee é boa, extremamente promissora e como já virou clichê entre os blogueiros, não nos deixa parar de acreditar!

Gossip Girl: The Goodbye Gossip Girl (2×25)

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Gossip Girl sempre foi fraquinha, mas já até chegou a me enganar por alguns episódios desta temporada, até chegou a parecer promissora, mas parando para olhar e observando todo o histórico da série, Gossip Girl não passa de mais um péssimo produto, que só encontra espaço na grande da CW.

Os últimos episódios desta temporada foram lastimáveis, foi visível a tentativa de criar algo grande, um bang para a série, mas ela não conseguiu, contudo isso não foi nenhuma grande surpresa já que na temporada passada a série não conseguiu deixar nenhum gancho descente para esta temporada, nesta eles até melhoraram, criaram algo em cima do filho do Rufus com a Lily, também com a Georgina dividindo o quarto com a Blair, mas e o que mais? É difícil achar algo mais animador. E como pode ser percebido pelo histórico de GG, essa trama do filho bastardo não passará de um burburinho e logo ele pegará a Blair, ou a Vanessa, ou a Dorota… (sei lá, quem sabe até onde eles conseguirão apelar). E sobre a Georgina, bem, eu leio spoilers! Sorry!

Se eu voltarei para assistir a próxima temporada de Gossip Girl, só Deus e as novas séries teens sabem, ainda é cedo para afirmar, mas uma coisa é fato, vontade de abandonar a série não me falta.

Brothers & Sisters: México (3×24)

Fiz maratonas e maratonas de Brothers & Sisters e tudo para chegar ao episódio 3×23 e ver a série decair de forma horrenda e apresentar, lastimavelmente, a pior season finale da produção e de tão fraca figura na minha lista de piores episódios de Brothers & Sisters.

A season finale de Brothers & Sisters só valeu por dois momentos, Norah Walker chegando ao México com aquele clima de filmes de faroeste e também o jantar em silêncio e com direito a mímica dos Walker, pois de resto, foi péssimo.

Thommy sempre foi o pior irmão Walker, tanto quando sua trama, mas também quando ao ator que o interpreta, enfim, uma sequência de erros que contribuíram para o episódio centrado nele – esta season finale – ser ridícula. Mas, os roteiristas não erram somente nisto. Foi triste ao ver naquele momento musical todos os personagens da série tendo seus momentos clímax e Sarah Walker, interpretada pela maravilhosa Rachel Griffiths sentada na beira de um lago com os pés na água, a personagem tanto quanto a atriz não mereciam ter passado por isso, pois Sarah Walker passou praticamente toda a temporada sem uma storyline, passou toda a temporada como neste episódio, com os pés na água. Os demais personagens também não apresentaram nada demais, Rebecca irá casar-se com o Justin, ou pelos menos é o que eles pretendem. Kitty resolveu lutar pelo Robert. Saul ajudou indiretamente a morte da mãe do Ryan. E Kevin… Alguém me diz o que aconteceu com o Kevin!