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Kings – 1×13: The New King, part 2 (series finale)

29 julho, 2009 1 comentário

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Kings chegou ao fim no último sábado, em seu series finale deixou claro que poderia render muito mais e que esses treze episódios foram muito pouco para contar a história de Reino de Shiloh, a ascensão de um rei, a decadência de outro e as artimanhas e armadilhas dos inimigos da coroa.

Nunca houve dúvida alguma de que Silas voltaria ao poder, pelo menos não por minha parte, o importava e era curioso era o como e Kings mais um vez não decepcionou.

Assistir Kings é como ver uma grande sequência de cenas emblemáticas. O retorno ao poder de Silas foi mais uma dessas. Primeiro o monarca deposto aparece caminhando sozinho em direção ao exercito de seu país armado contra ele, depois uma frota de tanques de guerra vindos de Gath aparecem atrás e o personagem dispara algo ao estilo: “William… quer combater uma guerra de tanques com homens armados” e eis que David Sheperd surge do interior de um tanque, meio que dizendo que o Rei e seu soldadinho de chumbo estava de bem novamente, lego engano.

Após Silas passar por seu exercito a Rainha aparece com sua coroa e o antigo Rei volta ao poder enquanto seus inimigos fogem e foi nisso que o roteiro de uma temporada completa ficou extremamente compacto sendo finalizado no que seria o meio da temporada. O fim de William foi somente citado, a “aliança” de Andrew com seu tio passou praticamente batida, aliás o personagem do Macaulay Culkin foi diminuído neste último episódio, seu grande potencial acabou em quase nada, a única traição que foi dada importância e com razão, foi a do Príncipe Jack: Ficar trancado com sua noiva em um quarto até gerar um herdeiro. Nessa cena, novamente, Sabastian Stan estava ótimo e o desespero do personagem chegou a ser hilário.

Quem também sofreu pelas mãos dos monarca, ou melhor da monarca foi a Princesa Michelle, sua mãe, a Rainha a exilou até o nascimento do bebê e com isso nem ficou claro se o David, pai da criança ficou sabendo da gravidez, provavelmente não, porque se ele soubesse não teria fugido de Shiloh e buscado abrigo em Gath. Já que contra a vontade de Deus, Silas negou-se a entrar o trono a David.

Todas a sequência de Silas conversando com Deus, brigando com David e tendo conversas “póstumas” com o Reverendo foram cenas tensas e provou que Silas não é o mocinho da história, somente o “menos pior” e se Kings tivesse uma segunda temporada nós veríamos David voltar glorioso de Gath e assumir o trono de Shiloh ao lado de Michelle e muito provavelmente com seu bebê nos braços, mas isso não vai acontecer e cada vez mais a NBC me da motivos para odiá-la.

Mas o tempo que durou foi ótimo, Kings foi uma das melhores estreias dos últimos anos e os atores da série ficarão eternizados assim com a série, porque uma coisa que não faltou nessa produção foi qualidade. Agora só posso esperar para ver o elenco da série em outras produções, porque só assim para matar a saudade.

Kings – 1×12: The New King, part 1

Faltando somente um episódio para seu series finale, Kings novamente apresentou seu “melhor episódio”. Quem não assiste a série pode até achar estranho ou um total excesso de demagogia, pois em qualquer comentário e qualquer blog aparentemente um episódio de Kings foi melhor que o outro, mas também quem não assiste não sabe o que está perdendo, porque sim, um episódio de Kings é realmente melhor que o outro!

Tudo começa com atuações brilhantes e um roteiro afiado, cheio de pontas, sim, mas pontas que se encontram.  Mas também quando tudo fica focada nas atuações nem tão brilhantes, ou no roteiro nem tão afiado, é que a série mostra que é uma das melhores, porque, não deve haver uma resposta lógica, mas nesses últimos episódios, o pior vem se tornando o melhor e mais uma vez a série surpreendendo.

Acho que todo esse papo de melhor/pior começa com o Macaulay Culkin, para mim o Culkin será o eterno esquecido por mim, por você, enfim por todos nós, o ator nunca me chamou a atenção em nada e quando seu personagem, Andrew Cross apareceu na série meu único pensamento foi de que essa participação era somente para chamar a atenção da audiência, mas o Culkin só cresceu dentro da série e seu personagem se mostra um dos mais misteriosos e para o series finale, eu tenho certeza de que ele promete. A personagem é uma víbora e eu tenho certeza que ajudará a Silas e David a derrubar seu próprio pai do poder.

E já que eu o citei, William Cross no inicio da temporada era um personagem que não me agradava nenhum pouco, mas olhe só com estamos, Dylan Baker me conquistou e seu personagem é essencial para a série, vê-lo castrando o Príncipe Jack na frente de toda a “corte” foi lindo, uma cena perfeita, tensa e digna de uma das melhores séries em exibição.

Mas cena perfeita mesmo foi dada (mais uma vez) por Ian McShane e Sebastian Stan, os dois atores colecionam as melhores cenas da série – a escadaria no primeiro episódio, a briga no episódio passado e essa: Prince Jack beijando o chão do Rei Silas. O que essa cena foi perfeita? Os dois atores estavam magníficos (magníficos mesmo) e arrasam. Sério, essa é uma das melhores cenas que eu já vi em toda minha vida de séries. Vou sentir falta de cenas como essa.

Quem também estava muito bem no episódio era Susanna Thompson, é incrível ver suas cenas com o McShane e uma coisa que eu adoro nessas cenas é a comprovação daquela frase: “por trás de todo grande homem, sempre existe uma grande mulher” – A Rainha manipula o Rei de tal maneira, assistir Kings é quase como assistir um jogo de xadrez, o Rei “morre”, o jogo acaba, mas a Rainha sempre é a peça mais poderosa do tabuleiro, é exatamente assim em Kings. Sem Rose, Silas não é nada.

Outra cena perfeita da série foi aquele mix do atentado contra o Rei e a resgate do David. Com direito a tiro no peito do monarca, príncipe Jack bancando o herói, a Rainha descabelada e desesperada, e claro, David sendo salvo.

Agora só falta somente um episódio para o fim definitivo de Kings, o que é uma pena, a série se mostrou genial em 80% de seus episódios, agora só nos resta lamentar e esperar por mais um episódio melhor que o anterior vindo de uma das melhores estreias dos últimos anos.

bitch, i’m back

18 julho, 2009 3 comentários

Foram praticamente dois meses de “fã blog de Nurse Jackie”, alguns furos, como algumas season finales não comentadas, season premieres ignoradas, episódios a fio esquecidos e a falta da 2ª parte das minhas apostas os INDICADOS ao Emmy – as categorias de comedia -, mas acho que agora posso dizer que eu estou de volta e com muita, mais muita coisa para comentar.

>> É impressão minha a cada ano que se passa o Emmy Awards, o Oscar da televisão americana (frase clichê, hein?), fica mais bizarro? Esse ano, 2009, é o ano com as maiores bizarrices da premiação, já que alegando que seria “inovador” acrescentar um concorrente nas principais categorias, tudo acabou ficando na mesma.

As categorias femininas, que sempre são as melhores, ficaram idênticas as das outras edições, com uma diferença, uma nova indicada, mas acho que ninguém viu diferença alguma, ou viu? Eu só continuo procurando Katherine Heigl na lista de atrizes coadjuvantes de drama e me perguntando o que Sandra Oh, que não tem como ter tido uma submissão melhor que a da sua companheira de série está fazendo lá. E Michael Emerson então? E Lost? Nem os produtores da série acreditaram quando a viram entre os indicados. Grey’s Anatomy? Essa é outra que eu também estou procurando na lista de indicados. Fora que Mad Men e 30 Rock irão ganhar todas as estatuetas que estão concorrendo, então nem tem porque criar expectativa alguma. E Mad Men é boring, so boring.

Mas não tem como não ter ficado contente por algumas indicações, como: Aaron Paul, John Slattery, Hope Davis, Sharon Lawrence, Friday Night Lights e True Blood (em elenco), além de Toni Collette, Jane Krakowski, Jack McBrayer e Tracy Morgan, nas categorias de comédia.

Justin Timberlake, oi? Jennifer? Como vai sua vida após Friends e sua separação com o Pitt? Indicação de consolo? Imagina.

>> Sabe quando você vê uma coisa perfeita passando por você e indo embora? (compare com o que quiser) Mas é assim que eu estou me sentindo com Kings. Essa série está perfeita, beirando… Não sei, não encontro a palavras, mas é corrosivo saber que algo tão bom assim, está cancelado e em seus últimos episódios, agora só me restam a season finale dupla que será exibida nos dois próximos sábados.

Sabe o que é tão legal em Kings? Ver a construção dos personagens e ver quão todos são tão inescrupulosos. Ninguém, exceto o puro David, mede esforços para chegar aonde quer, até a princesinha Michelle andou pensando no que é melhor para ela e não compareceu a julgamento do amor de sua vida, claro, além de ter omitido que está carregando um bebê “milagroso” que ele é o pai. Também estou adorando o Príncipe Jack, o cara é tão bitch, traiu o próprio pai (que não vale nada), traiu a irmã, a mãe, o seu reino e a única pessoa que o faz sentir-se ele mesmo. Mas ninguém pode falar nada dele, a Rainha é a primeira bitch do reino, sério eu adorava a Katrina Ghent, não era para ela ter morrido. Maaaaaas, ninguém supera o Rei, nem “bitch” é, algo maior, em outro plano, ferra com todos, com tudo e numa cartada só.

E o final desse último episódio então? Príncipe Jack no comando! Mas até quando? O destino de David é ser Rei, estou até evitando chegar perto da Bíblia para evitar spoilers.

>> E o que falar de True Blood? Aqui no blog eu ignorei os três primeiros episódios, mas no twitter já cansei de falar sobre a série. A season premiere foi meio fraquinha, mas os episódios seguintes foram ma-ra-vi-lho-sos, novos bichos, seres, criaturas, enfim, uma dose de bizarrice deliciosa, palpável e bem feita. Não é atoa que essa 2ª temporada da série está milhares de vezes melhor que a 1ª temporada.

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Pergunta: Será que somente eu adoro o Sam? Jason e Eric vêm logo em seguida, mas é impossível não adorar o Sam, o personagem é tão COMUM, mas bem construído e interpretado, o poço de sanidade dentro da série (tudo bem que ele vira um cachorro, um cachorro super fofo aliás, mais fofo que o Vicent de Lost). Eu o adoro e vibro em qualquer cena que ele apareça.

>> Também andei assistindo Hung, sabe aquela série do garoto de programa da HBO e olhando a série, olhando novamente, eu sinto uma falta de Secret Diary of a Call – Billie Piper make me feel! – Não que Hung seja chata, ela só não é tão legal, falta algo, sabe a série parece uma coisa meio United States of Tara em alguns momentos, em outros parece Desperate Housewives, mas não agrada.

>> No meio de tanto drama e clima pesado, pessoas vendendo seu corpo, sangue e conspirações, eu dei espaço mais uma série mais leve, beeeeeem, mais leve. 10 Things I hate About You, a nova série da ABC Family (emissora que me medra) e não é que a série é agradável?! Não é uma maravilha, mas é bem leve e divertida, meio bobinha, mas ótima para passar o tempo, ótima. Adoro as irmãs da série, bem a cara de qualquer dupla de irmãs, ou irmãos ou casal de irmãos.

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Enfim, o blog está voltando à normalidade (pelo menos assim espero) e como a Summer season é super #fail não há como garantir muitas postagens, mas eu farei o possível, pelo menos com os episódios inéditos de True Blood e os da reta final (e também inéditos) de Kings. E além dos já tradicionais (pelo menos nesta época do ano) comentários sobre algumas maratonas de série e esse ano o negócio está bom, Breaking Bad, Friday Night Lights, The Closer e Ugly Betty, então, aguardem!

Kings: Goliath (1×01/02), Prosperity (1×03) e First Night (1×04)

4 abril, 2009 6 comentários

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Fracassada em quando se fala em audiência, Kings mostra a história bíblica de David adaptada nos tempos modernos. Com um roteiro brilhante e um elenco afiadíssimo, essa série com toda certeza é a melhor estréia de 2009 e se seu cancelamento realmente vier acontecer será uma grande pena. Leia mais…

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