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Flashpoint (1×05|1×06|1×07): Os episódios esquecidos.

2 setembro, 2008 Deixe um comentário

Com essa coisa de maratonas e maratonas de Greys’s Anatomy, eu acabei esquecendo de Flashpoint, também não tinha nada que me fizesse querer ver a série, já que eu só via uma reclamação atrás da outra a respeito dos últimos episódios exibidos.

Realmente tenho de concordar que esses episódios foram mais fracos que os anteriores, também que eles foram extremamente arrastados, chegando até dar sono em algumas horas, mas todos esses episódios não deixaram de ter seu charme.

“Who’s George?”, esse foi o primeiro dos episódios que eu assisti, e, discordando da maioria eu não achei ele ruim, só mais fraco que os outros. Ele teve um história legal, obviamente ele escorregou em algumas horas, como na falta de ação do episódio, ou nas cenas sem sentido e com diálogos inúteis. Mas, mesmo assim ele teve seu charme e teve um desfecho legal. Só como ultimo argumento para concordar com todos, o elenco era ruim mesmo.

Logo após de “Quem é Jorge?”, eu assisti “Attention Shopper”, episódio que tinha tudo para ser super, mas não foi. Ele começou bem, com um história interessante, que falava sobre uma garota que foi estrupada (ou sofreu um tentativa) e estava sendo perseguida por outras garotas. Mas, assim como no episódio anterior, eu não sei que horas o episódio errou, mas ele acabou perdendo o fio de meada, isso me fez lembrar um dialogo do Enrico na série, no episódio anterior ele diz que queria ver aonde foi que ele perdeu o contato, aonde foi que ele errou. E, foi bem assim mesmo, pareceu que o roteirista do episódio estava nos mandando uma mensagem subliminar, ele estava querendo dizer que não sabe aonde estava o erro.

Sobre “Attention Shopper”, ainda tenho de comentar a cena de Jules com a garota que queria pular do prédio foi legal, bem bolada, cheia de adrenalina e emocionante. Mas, não foi o “Hors concours” do episódio nem da série não, quem disse isso exagerou, foi sim mais um cena legal da série, mas não foi para tanto. Uma coisa que vale ser comentada é a música da Amy que tocou em um episódio, eu nem saberia disso, se um fã dela não tivesse me avisado. Para quem não sabia também, Amy Jo Johnson canta sim.

O último episódio que eu assisti foi “Son Draws Gun On Dad”, esse sim eu achei extremamente ruim. Eu odeio episódios que mostram coisas estereotipadas, pois, alguém quer um estereótipo maior que um família tradicional, que tem um pai obsessivo por aparência e o sobrenome, e, ainda um filho rebelde? Pois, é neste episódio Flashpoint realmente desapontou, e, não só com essa história, tudo foi fraco, foi um episódios sem emoção, apesar deles terem tentado.

Flashpoint só volta para um episódio 8, após o dia 11, pois parece que a série está bem na hora no horário politico americano. Ainda, vale dizer que a série foi renovada para um segunda temporada, isso pela CTV, a emissora canadense que exibe a série, pois a CBS nem se pronunciou ainda.

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Flashpoint (1×04): Não foi tão ruim assim.

14 agosto, 2008 1 comentário

De todos os até agora esse foi o mais fraco, concordo com todos que disseram isso. Também concordo que a história era ótima e com isso o episódio poderia ter sido melhor. Mas, sinceramente, eu gostei do episódio.

Eu sempre gosto dessa histórias de pessoas sofridas, que encontram um alguém em suas vidas que tomar suas dores e resolver todo os problemas. Gosto ainda mais quando existe um marido policial, que é do mal, envolvido na história. Okay, a história é batida, mas eu gosto.

Esse episódio também deu menos atenção aos policias da SRU, só vi a Jules no carro e no finalzinho quando nos vemos ela bebendo com o novo agente, desculpem, mas é que eu ainda não consegui decorar o nome. Nem Daddy Mars teve seu destaque, com sempre foi de prache, ele só apareceu negocinado.

Neste episódio eu percebi o acréscimo de um novo personagem (se ele estava lá antes, me desculpem), nem sei o nome dele, mas eu gostei de sua figura, ela parece ser aquele policial mais sensível, daquele tipo que esta lá para fazer o coração dos outros agentes amolecer.

Só agora que eu me dei conta que o formato de Flashpoint será sempre o mesmo. Alguém, de preferência alguém desesperado, faz uma coisa extremamente louca, e, põe a vida de várias pessoas em risco, a ai o pessoal do SRU é chamado. Não sei quanto tempo um série conseguirá durar assim, sempre a mesma coisa é tão chato. Por isso é que eu gosto de Cold Case, que sempre muda sua formula, mesmo não mudando, entende?

Uma notícia para os fãs da série é que a audiência dele anda indo muito bem, não muito, muito, mas bem, por volta do 8 milhões por episódio, bem melhor que a de Swingtown, série que ocupa o lugar de Flashpoint, antes da mudança de dia das duas.

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Flashpoint (1×03): O azarado.

5 agosto, 2008 7 comentários

Apontados por muitos com mais fraco que os episódios anteriores, “The Element of Surprise” foi realmente inferior aos teus antecessores, porém não deixou de ser um ótimo episódio e de deixar um linda mensagem, afinal que riscos no enfrentamos para agradar ou nos desculpar?

Realmente a mensagem deixada pelo episódio foi lida, um garoto, ex-viciado em drogas está a um pouco mais de oito meses limpo. Porém ainda não conseguiu reconquistar sua família, a confiança ainda está abala, afinal até dinheiro ele roubou de seus parentes. E, em uma tentativa de consertar tudo, ele vai em busca de dinheiro. Amigos, familiares ninguém o ajudou, então, desesperado ele acaba indo atrás de seu ex-traficante. E, ai que ele é batizado por mim como: O azarado.

Neste episódio e vi mais um ator despontar na frente dos demais. Hugh Dillon (Ed) vem vindo muito bem em todos os episódios, sempre correto. E, neste episódio ele realmente mandou muito bem. Eu queria saber como acabou a história do Ed matar um dos “criminoso” aquele cara que falava outra lingua no piloto, parece que esqueceram disto. Pelo que me lembro ia acontecer algumas investigação e blá blá blá, não acho que tudo tenha acabo no piloto

Sam Braddock vem sendo o personagem mais chato da série, inconseqüente, odeio isso em qualquer pessoa. Porém com esse episódio ele mostrou que tem algo, algo a mostrar, no mínimo um draminha. Porém não acho que isso vá muito longe . As séries tem mania de se esquecer de algumas coisa. E isso com certeza vai fazer parte mais de seus esquecimentos. Igual ao caso do Ed.

Neste episódio Daddy Mars e Kimberly, a Ranger Rosa, ficaram meio apagados. Mas mesmo assim eles são na minha opinião as grandes estrelas da série. Estou a espera de um episódio em que a Jules apareça muito, quero ver como anda o talento da atriz, afinal faz muito tempo de “É hora de morfar”.

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MIDSEASON: O que assistir?

OKay… Eu estou desesperado! Depois de ver estréias extremamente bizarras, séries ruins mesmo, daquelas que nem merecem ser comentadas, e, também desistir de assistir alguns pilotos só pelo comentários de outros blogueiros. Eu realmente fiquei sem nada para assistir, ou pelo menos quase nada, nada comparado as mais ou menos 15 séries que eu prendo acompanhar fielmente na fallseason.

Um único fruto bom que eu consegui assistir colher dessa estiagem de séries foi Flashpoint, tudo bem que eu assisti até o segundo episódio, até agora não conseguir ver o terceiro, nem o quarto episódio da temporada, parece que meu servidor de internet está do lado das tvs à cabo. Porém até o segundo episódio da temporada a série me pareceu bem interessante e promissora.

Já em “The Secret Life of American Teenager”, a série se mostrou engraçadinha, meio infantil, porém como eu estou sem nada para ver, resolvi dar um chance e ver o que a vida secreta desta adolescente tem para mim. Até agora está tudo muito devagar, estou falando da série e das legendas, que demorar para sair 1×04.

Fora essas duas séries que eu colhida mid-season, ainda teve Swingtown, série que eu não consegui assistir após segundo episódio. Também teve Fear Itself, série da NBC, que eu não passei do piloto, série ruim, situações estranhas e quase nenhum medo.

No momento estou esperando pelo download de “The Cleaner”, série inspirada em uma história real, de um cara que passou por alguns experiências pessoais, ele acaba ganhando uma segunda chance e dedicando-se ajudar outros. Sei lá o que eu posso esperar com essa sinopse.

Fora as série da mid-season eu resolvi conferir algumas séries já veteranas, algumas eu adorei, como: Private Practice, Old Christine e Cold Case. Porém já alguma outras como: Heroes (A série tem um clima de mistério para nada, alguém é mal e algumas outras pessoas tem super poderes. Grande coisa!), Reaper (Série engraçadinha, mas não passa disso), Chuck (Gostei do clima da ação da série, nada mais que isso), não consegui gostar.

No momento estou conferindo uma ótima veterana, isso graças aos conselhos de algumas pessoas que passam por aqui. Me arrependo amargamente de não ter visto a série antes. Pois Grey’s Anatomy é ótima (Aguardem comentários).

Com tudo isso concluo meu pensamento de que a mid-season é um porre, e, eu estou sem quase nada para assistir…

Flashpoint: Nasceu um clássico.

30 julho, 2008 1 comentário

1×02 – First in Line

Demorei para comentar, mas estou comentando… E, antes de tudo um apelo: “CBS, divulgue fotos da série!”

Normalmente quando um série tem um ótimo piloto, eu logo desconfio do que está por vir, quase sempre os próximos episódios são  fracos, na regra ficam devendo bastante ao antecessor, porém logo vem novamente um bom episódio, isso, claro, quando a série é boa. Já em Flashpoint, após um ótimo piloto veio em seguida um maravilhoso episódio, porque eu vou dizer, essa série não é simplesmente boa, ela tem algo a mais, algo que faz ela sair da regra e ser excepcional.

Neste segundo episódio, que eu tenho certeza que emocionará à de todos, deixando qualquer pessoa com a emoção à flor da pele. Um pai desesperado vê sua filha, cardíaca, a beira do morte, com isso decide tomar um medida desesperada e faz vários reféns dentro de um hospital para conseguir um novo coração para sua garota.

Esse episódio mais um vez não tentou abusar da ação (o que eu adorei), mas sim abuso do jogo de palavras, fazendo dele um perfeito jogo cerebral. Daddy Mars e o pai da garotinha que precisava de um coração estavam simplesmente ótimos, aparentemente duas feras tentando mostrar que se sai melhor. E, o roteiro com eu disse foi de tirar o folego, acho que só de lê-lo todos se emocionariam.

Provavelmente todas as pessoas que assistiram o episódio torceram para a garotinha ganhar seu coração, acho que não tinha como alguém querer o contrario. Em certas horas eu até torci para o pai enfurecido atirar no verdadeiro receptor, e tudo se resolver, quem sabe ele poderia dizer “Acho que não existe mais ninguém na fila”. O pai da garotinha não precisou matar ninguuém, porém como não poderia deixar de ser, no final a garota ganha seu coração, se que por um ato de humanismo do primeiro receptor.

Convenhamos, todos temos que concordar, realmente acabou de nascer um novo clássico na tv.

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Flashpoint, seria um novo hit?

Aponta por muitos como um possível hit da temporada, FLASHPOINT estreou pela CBS na semana passada e após eu ouvir tantos elogios resolvi assistir o piloto da série. Antes de ver, eu fiquei pensando, se essa série conseguir conquistar um cara como eu que quase nunca gosta de série policiais, ela série um sucesso.

E, não é que ela me conquistou? Gostei bastante do piloto da série, elenco, que eu comentarei um pouco mais abaixo, é muito bom. E, roteiro bem interessante, foge um pouco das formulas policiais e consegue criar um clima diferente.

Ao ver Flashpoint, me senti em um revival da minha infância, na qual eu brincava que eu era o Power Ranger Verde, tudo isso devido à eu ter visto a Power Ranger Rosa! Quanto tempo Kimberly? Falando nela, Amy Jo Johnson foi muito bem, na verdade ela foi um dos pontos fortes do elenco.  Também  pude ver o tão falado pai de Veronica Mars, série que eu não assisti, mas que todo mundo comentou e comenta até hoje. Na verdade Enrico Colantoni, foi um dos maiores atrativos para os blogueiros que comentaram o episódio – Para mim não, mas… – Gostei realmente de todo o elenco, eles tem muito a mostrar.

Eu gostei muito da série não passar o episódio inteiro nessa coisa de mocinho e bandido, onde os policias correm atrás dos criminosos e no final eles acabam presos e o caso solucionado. Em FLASHPOINT, ao invés do caso acabar na hora que o bandido não oferece mais perigo, a série continuou e apresentou novas possibilidades de tramas. Já que o policial em uma medida extrema acabou matando o bandido, só que não era para isso ter acontecido. Com isso a série começa a debater, ética e costumes, e, também dividir opiniões.

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