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Emmy 2009: O fim do imperialismo de 30 Rock… ou quase.

21 setembro, 2009 4 comentários

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Eu não levaria a sério um cara que coloca Blake Lively como destaque só por seu vestido extremamente descotado. Mas, enfim…

Não posso dizer que fiquei super contente com essa edição do Emmy, mas também, ninguém nunca fica. Eu sei, foi extremamente difícil engolir a vitória Jon Cryer e nesse momento todos nos perguntamos: “Kanye West, cadê você?” – Mas teve muita coisa merecida, como a vitória de Toni Collette mostrando que Tina Fey é somente uma mulher, não uma máquina de engolir prêmios. A digníssima vitória de Kristin Chenoweth, gente, ela chorou, quem vai repudiar após isso? Até eu que torcia loucamente pela vitória da Jane Krakowski me rendi.

Brian Cranston mostrou que é o cara mais foda do mundo – Dude, you’re my idol! – e que além de ter passado anos arrasando em comédia com Malcolm, sua vibe de ator de drama durou mais do que um ano e ele ganhou seu segundo Emmy consecutivo por Breaking Bad. Gente, ele é perfeito como ator.

Confesso que não gostei muito da vitória de Michael Emerson, assim como a de Mad Men e do milésimo Emmy da Gleen Close. Mas, fazer o que? Aaron Paul teve um trabalho melhor que o de Emerson. Breaking Bad não é boring como Mad Men e teve a temporada mais foda EVER. E Kyra “Bacon” Sedgwick nunca ganhará nada, assim como o Michael C. Hall. Fazer o quê?

Além de todo mundo lindo no tapete vermelho, os prêmios dignos ou não, eu senti outra coisa no ar: Um lindo boicote de Katherine Heigl e todas as donas de casa da ABC (exceto Dana Delany), não foi lindo, digno e lííííííííímpido?? Acho que esse foi um dos maiores motivos que me faz amar esses prêmios: guerrinhas de ego.

Já a apresentação não poderia ter ficado em melhores mãos, Neil Patrick Harris foi o melhor host possível. Arrasou. Engraçado sem ser piegas e apelativo. E até D-A-N-Ç-O-U e C-A-N-T-O-U. Foi simplesmente, demais.

Mas, enfim, os vencedores da 61ª edição do Emmy:

Série Dramática: Mad Men

Série Cômica: 30 Rock

Melhor Ator de Série Dramática: Bryan Cranston, de Breaking Bad

Melhor Atriz de Série Dramática: Glenn Close, de Damages

Melhor Roteiro de Série Dramática: Kater Gordon e Matthew Weiner, de Mad Men

Melhor Direção de Série Dramática: Rod Holcomb, de ER

Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática: Cherry Jones, de 24 Horas

Melhor Ator Coadjuvante de Série Dramática: Michael Emerson, de Lost

Melhor Programa de Variedades, Musical ou Comédia: The Daily Show with Jon Stewart

Melhor Música Original: Hugh Jackman pela apresentação de abertura no Oscar 2009

Melhor Roteiro para Programa de Variedades, Musical ou Comédia: The Daily Show with Jon Stewart

Melhor Direção de Programa de Variedades, Musical ou Comédia: Bruce Gowers, de American Idol

Melhor Minissérie: Little Dorrit

Melhor Filme feito para Televisão: Grey Gardens

Melhor Atriz de Minissérie ou Filme feito para Televisão: Jessica Lange, de Grey Gardens

Melhor Direção de Minissérie, Filme ou Especial Dramático: Dearbhla Walsh, de Little Dorrit

Melhor Roteiro de Minissérie, Filme ou Especial Dramático: Andrew Davies, de Little Dorrit

Melhor Ator de Minissérie ou Filme: Brendan Gleeson, Into the Storm

Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Filme: Ken Howard, de Grey Gardens

Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Filme: Shohreh Aghdashloo, de House of Saddam

Melhor Reality Show de Competição: The Amazing Race

Melhor Apresentador de Reality Show ou de Reality Competitivo: Jeff Probst, de Survivor

Melhor Ator de Série Cômica: Alec Baldwin, de 30 Rock

Melhor Direção de Série Cômica: Jeffery Blitz, de The Office

Melhor Atriz de Série Cômica: Toni Collette, de United States of Tara

Melhor Ator Coadjuvante de Série Cômica: Jon Cryer, de Two And A Half Men

Melhor Roteiro de Série Cômica: Matt Hubbard, de 30 Rock

Melhor Atriz Coadjuvante de Série Cômica: Kristin Chenoweth, de Pushing Daisies

Vampire Diaries, True Blood, Glee, Gossip Girl…

16 setembro, 2009 2 comentários

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Sabe aquela série que você assiste e já sabe que vai ser bomba? Então, essa era Vampire Diaries, diferente de “Melrose Place” ou “The Beautiful Life” outras série das CW que eu espero ou esperava muita ou pelo menos alguma coisa, para a vampiresca Vampire Diaries não tinha esperanças. E foi com esses pensamentos que eu assisti o piloto, realmente ela não tem nada de mais, além de é claro, captar a vibe de True Blood e Twilight, mas o elenco é fraco, a história é boba e os vampiros principais são ridículos como atores, além do vampiro bonzinho num clima super adolescente ser interpretado por um cara que poderia ser meu pai… ok, pai não, mas um tio de uns 30 anos.

Em Vampire Diaries o que pode ser que salve é a sua protagonista. Gostei da atriz. Mas como é uma série teen não duvido que eu logo odeie a mocinha, é claro, se eu continuar a acompanhar a série, coisa que provavelmente não irá acontecer.

***

Mudando de vampiros para Vampiros: A season finale de True Blood. Olha, não foi tão ruim quanto andam dizendo por ai. Teve muita coisa interessante e boa, mas é claro, ver o boi Bandido da Gloria Perez matando a toda poderosa Maryann foi ridículo, os menades são burros, não, sei lá… sem cérebro. Mas como o Sam era o boi/touro vou tentar apagar isso da minha memória. Igual a Izzie de Grey’s Anatomy cuidando do veadinho há algumas temporada atrás, essas coisas acontecem, te desculpo Alan Ball.

Depois, com o mistério acabando na metade do episódio (provavelmente o que gerou mais criticas) tivemos as outras resoluções, com direito a Eggs morto e Bill sendo raptado como o grande cliffhanger da temporada. Nossa, mas não parece que foi ontem que nós vimos aquele pé para fora do carro e tudo indicava que era o Laffayete,não?

Acho que só tenho mais um fato para comentar sobre a season finale de True Blood: Como assim o Andy Bellaflour é um simples homo sapiens? Ele passou a temporada inteira sem ser enfeitiçado pela Maryann e no último episódio ele passa de possível lobisomem à ser humano comum e chato. Peloamor

***

Enquanto Vampire Diaries começava e True Blood terminava sua temporada Glee apresentou seu segundo episódio. Eu confesso, eu sou um Gleek e tudo mais, por isso não vejo defeitos na série, mas vejo que ela pode assumir uma veia ingênua chatinha de mais, mas fazer o que?

Quando vi a versão da série de “I Say a Little Prayer For You” quase surtei, só seria melhor se não tivesse sido tão curta e até adorei de ver ela sendo cantada pelas cheerleaders. E a versão de “Take a Bow” então? Isso foi golpe baixo para derrubar qualquer um, até quem não sofre por amor. E é simplesmente por isso que eu gosto de Glee. Além de tudo a série tem a provável personagem mais cute-cute da temporada, a coordenadora. Sério, gente, as cenas dela não são as melhores?

***

Já em Upper East Side, onde tudo é diferente, Gossip Girl voltou. Foi bom? Não! Eu senti falta da série? Não. Por que eu assisti a premiere então? Boa pergunta, nem eu seu.

Contudo pude constatar algumas coisas: Dan e Vanessa merecem morrer. Joanna Garcia está uma belezinha da série. Bluck já cansou, tipo, muito. Lily faz uma tremenda falta para série. Jenny é a melhor personagem mais mal aproveitada da série. Essa coisa de Serena viaja, Serena volta com um mistério é uma tremenda babaquice, fora que nunca funciona. E algo astral (oi?) me fez gostar do filho da Lily com o Rufus, se ele odiar o Dan e não for sua nova versão, vou gostar ainda mais.

***

Ainda teen, a season finale de 10 Things I Hate About You! Acho que nunca comentei nada a respeito da série por aqui, mas ela é uma belezinha, tipo, extremamente belezinha. Só teve 10 episódios e arrasou, garantiu uma segunda temporada que eu mal passo esperar.

As personagens da série, diferente de todas as outras séries teens são tão humanas, é facinho se encontrar em uma das duas personagens principais. E na season finale tivemos a Kat fazendo uma aliança com a Chastity.  A Bianca beijando o Joey, a Chastity vendo tudo. E o Patrick e a Kat juntinhos (L) me falem que os dois não foram o melhor casal teen a atualidade?

Pois é, mal posso esperar.

Glee & Season Finales

27 maio, 2009 7 comentários

Glee: Pilot (1×01)

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Sem compromisso, esse é o termo que resumiria Glee a nova série de Ryan Murphy (Nip/Tuck e Popular), foi o que ele fez perfeitamente neste piloto.

O grande atrativo da série é a parte musical e isso ela faz muito bem. “Rehab” da tresloucada Amy Winehouse e a clássica “Don’t Stop Believin’” são as músicas que mais marcam no piloto e em reflexo a isso, no iTunes, apesar da audiência de Glee nem ter sido das melhores e mais animadoras – 10.74 milhões, após um season finale de American Idol – mas com a dinheirama e o status conseguido com os downloads das músicas já são um grande motivo para levar a Fox investir na série.

Glee conta a história de um professor de espanhol, que em um dia, do nada (talvez no meio de uma crise de identidade) resolve assumir o glee (grupo de jovens do coral) do colégio, com isso nos ficamos conhecendo os demais personagens e também vemos como Ryan Murphy é bom em aproveitar clichês e esteriótipos sem deixá-los ainda mais bregas.

Rachel Berry é a típica mocinha, a protagonista da ala teen, só que desta vez não é tão boazinha e muito menos boba, Rachel é sua própria vilã, é ela quem traça seu próprio caminho e isso é ótimo, já que Serenas e Marissas já deram o que tinham que dar. Os outros personagens são a negra a lá Kelly Rolland, mas que sonha em ser um Beyoncé. A oriental gaga que faz parte de um coral (?). O garoto da cadeira de rodas que sempre fica como centro das apresentações e estorvo. O garoto gay ligado a musicais, moda e todos os clichês gays existentes. Além do mocinho teen, jogador de futebol que namora a garota mais pura do colégio. E claro, o grande “bem feitor” do Glee Club, o professor de espanhol que sonha em reviver seus tempos áureos e ao mesmo tempo fazer algum bom aos seus alunos.

E com todos esses clichês não dá para entender como Ryan Murphy não errou. Tudo bem que o preview do piloto não foi brilhante e está longe de figurar entre os melhores pilotos já visto, mas mesmo assim Glee é boa, extremamente promissora e como já virou clichê entre os blogueiros, não nos deixa parar de acreditar!

Gossip Girl: The Goodbye Gossip Girl (2×25)

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Gossip Girl sempre foi fraquinha, mas já até chegou a me enganar por alguns episódios desta temporada, até chegou a parecer promissora, mas parando para olhar e observando todo o histórico da série, Gossip Girl não passa de mais um péssimo produto, que só encontra espaço na grande da CW.

Os últimos episódios desta temporada foram lastimáveis, foi visível a tentativa de criar algo grande, um bang para a série, mas ela não conseguiu, contudo isso não foi nenhuma grande surpresa já que na temporada passada a série não conseguiu deixar nenhum gancho descente para esta temporada, nesta eles até melhoraram, criaram algo em cima do filho do Rufus com a Lily, também com a Georgina dividindo o quarto com a Blair, mas e o que mais? É difícil achar algo mais animador. E como pode ser percebido pelo histórico de GG, essa trama do filho bastardo não passará de um burburinho e logo ele pegará a Blair, ou a Vanessa, ou a Dorota… (sei lá, quem sabe até onde eles conseguirão apelar). E sobre a Georgina, bem, eu leio spoilers! Sorry!

Se eu voltarei para assistir a próxima temporada de Gossip Girl, só Deus e as novas séries teens sabem, ainda é cedo para afirmar, mas uma coisa é fato, vontade de abandonar a série não me falta.

Brothers & Sisters: México (3×24)

Fiz maratonas e maratonas de Brothers & Sisters e tudo para chegar ao episódio 3×23 e ver a série decair de forma horrenda e apresentar, lastimavelmente, a pior season finale da produção e de tão fraca figura na minha lista de piores episódios de Brothers & Sisters.

A season finale de Brothers & Sisters só valeu por dois momentos, Norah Walker chegando ao México com aquele clima de filmes de faroeste e também o jantar em silêncio e com direito a mímica dos Walker, pois de resto, foi péssimo.

Thommy sempre foi o pior irmão Walker, tanto quando sua trama, mas também quando ao ator que o interpreta, enfim, uma sequência de erros que contribuíram para o episódio centrado nele – esta season finale – ser ridícula. Mas, os roteiristas não erram somente nisto. Foi triste ao ver naquele momento musical todos os personagens da série tendo seus momentos clímax e Sarah Walker, interpretada pela maravilhosa Rachel Griffiths sentada na beira de um lago com os pés na água, a personagem tanto quanto a atriz não mereciam ter passado por isso, pois Sarah Walker passou praticamente toda a temporada sem uma storyline, passou toda a temporada como neste episódio, com os pés na água. Os demais personagens também não apresentaram nada demais, Rebecca irá casar-se com o Justin, ou pelos menos é o que eles pretendem. Kitty resolveu lutar pelo Robert. Saul ajudou indiretamente a morte da mãe do Ryan. E Kevin… Alguém me diz o que aconteceu com o Kevin!

Gossip Girl: Valley Girls (2×24)

18 maio, 2009 2 comentários

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Os anos 80 foram revolucionários, após ele o mundo nunca mais foi o mesmo, quase tudo mudou, desde os costumes a até as roupas/moda e as músicas. E para um adorador dessaa época (que não a viveu) Valley Girls foi um prato cheio! Leia mais…

Gossip Girl: Seder Anything (2×21)

23 abril, 2009 14 comentários

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Ainda não consegui captar o que me fez gostar tanto deste episódio, ele não teve nenhuma grande festa, nenhuma grande armação e também nenhum grande barraco, mas mesmo assim o episódio funcionou, e muito bem. Leia mais…

Pôster do spin-off de Gossip Girl

18 abril, 2009 5 comentários

lily1

Gossip Girl: Remains of the J (2×20)

5 abril, 2009 1 comentário

nateblairkiss

Gossip Girl é uma série que irá promover uma eterna briga de egos, essa é a essência da série. Até quando tudo parece ser comportado, algo acontece e tudo muda de direção, claro sempre nos mostrando quem tem o ego mais afetado. Leia mais…

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