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O retorno de Mischa Barton e a nova Lost

20 setembro, 2009 7 comentários

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Confesso que nunca gostei da Marissa em The OC, assim como odiava o Ryan e também como pouco liguei para a morte da personagem na 4ª temporada da série, então, Mischa Barton não é o fator que me fez ver The Beautiful Life. Tá tudo bem que um dos grandes motivos que me vez conferir a premiere da série foi à meta de ver todos os piloto da temporada, mas havia algo a mais que isso em TBL…

O clima de TBL é interessante, sua premissa extremamente animadora e porque não inovadora. Eu não me recordo de outra série lidar com o mundo da moda como The Beautiful Life se propõe a fazer. Mostrar os bastidores dos desfiles e o que os modelos são capazes para conseguir um lugar ao sol, esses são alguns dos pontos mais interessante da série. Com o piloto isso foi provado, mas o novo projeto de Ashton Kutcher mostrou ainda mais.

Teve Mischa Barton incorporando uma Gisele Bündchen meio Naomi Campbell. Deixa eu explicar: A personagem de Barton, Sonja, é toda causadora (Naomi)  e após sumir seis meses em pleno auge da sua carreira retorna mais gorda e com um mistério, sua gravidez escondida (Gisele) e depois disso a personagem de Mischa passa de possível vilãnzinha para mocinha em perigo, mas sinceramente espero estar enganado, Mischa “Bitch” Barton me fez esquecer Marissa do Bairro de The OC.

Além de Sonja, a modelo top e experiente, ficamos conhecendo vários babies faces entre eles os dois protagonista. O Clark Kent de TBL, o moço do campo que é descoberto por um olheiro e a garotinha que nasceu para vencer e após ser um step para Sonja acaba extremamente conhecida e desejada por todos.

Sinceramente não consigo entender porque The Beautiful Life não agradou a todos, eeeerr, aliás, consigo, nunca mande um ___ fazer o trabalho de um ____, mas enfim, pode ser que The Beautiful Life seja para poucos e eu sou um deles, vou continuar assistindo a série e torcendo para que ela não seja cancelada.

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Enquanto todos comentam o piloto exibido de The Beautiful Life, todos comentavam também o piloto não exibido de Flash Foward. Sabe, aquela série prometida como a nova Lost e que além das semelhanças escalou meio elenco da série produzida por JJ Abrams? Então, Flash Foward vazou uma semana antes de sua estreia oficial e o piloto é BOM. Muito bom.

O elenco é de primeira, tem de Shackspeare Apaixonada à Penny de Lost. A premissa é ótima, não muito inovadora, porém ótima. A série é bem produzida. E foi comprada por um canal que não cancela suas séries de um dia para o outro (oi, Fox), então, não tem como dar errado.

O episódio já começa com um clima frenético, cheio de perseguições e coisas e tal. E é no meio dessa perseguição, de uma cirurgia, de uma tentativa de suicido e com milhares de aviões decolando em todo o mundo, que o planeta simplesmente apaga por dois minutos e dezessete segundos. Já pararam para pensar nas conseqüências?  E como senão bastasse o apagão e todas as pessoas que apagaram viram o futuro, seis meses daquele dia. E se você não visse nada?

Mortes, traições, medo, dias horríveis, a salvação… Todos viram algo. E é ai que a maior pergunta é lançada, como isso aconteceu? Como o mundo inteiro pode apagar por todo esse tempo?

Flash Foward não precisa de mais nada para fazer sucesso.

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No meio de tanta coisa boa, assisti The Vampire Diaries tsc tsc; Preciso falar que eu acho a série uma grande porcaria? Que o elenco é péssimo? Que algumas situações são extremamente constrangedoras? E quem nem Robert Pattison consegue ser um Edward Cullen como nos livros da Stephanie? Então, não preciso falar mais nada.

Só mais coisa sobre VD: Vou assistir o próximo episódio só para desistir de tudo de consciência limpa.

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Já Glee continua linda, belezinha e boa demais. O episódio pode até ter sido o mais fraquinho, mas quem resiste a “Mercy”?

Vampire Diaries, True Blood, Glee, Gossip Girl…

16 setembro, 2009 2 comentários

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Sabe aquela série que você assiste e já sabe que vai ser bomba? Então, essa era Vampire Diaries, diferente de “Melrose Place” ou “The Beautiful Life” outras série das CW que eu espero ou esperava muita ou pelo menos alguma coisa, para a vampiresca Vampire Diaries não tinha esperanças. E foi com esses pensamentos que eu assisti o piloto, realmente ela não tem nada de mais, além de é claro, captar a vibe de True Blood e Twilight, mas o elenco é fraco, a história é boba e os vampiros principais são ridículos como atores, além do vampiro bonzinho num clima super adolescente ser interpretado por um cara que poderia ser meu pai… ok, pai não, mas um tio de uns 30 anos.

Em Vampire Diaries o que pode ser que salve é a sua protagonista. Gostei da atriz. Mas como é uma série teen não duvido que eu logo odeie a mocinha, é claro, se eu continuar a acompanhar a série, coisa que provavelmente não irá acontecer.

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Mudando de vampiros para Vampiros: A season finale de True Blood. Olha, não foi tão ruim quanto andam dizendo por ai. Teve muita coisa interessante e boa, mas é claro, ver o boi Bandido da Gloria Perez matando a toda poderosa Maryann foi ridículo, os menades são burros, não, sei lá… sem cérebro. Mas como o Sam era o boi/touro vou tentar apagar isso da minha memória. Igual a Izzie de Grey’s Anatomy cuidando do veadinho há algumas temporada atrás, essas coisas acontecem, te desculpo Alan Ball.

Depois, com o mistério acabando na metade do episódio (provavelmente o que gerou mais criticas) tivemos as outras resoluções, com direito a Eggs morto e Bill sendo raptado como o grande cliffhanger da temporada. Nossa, mas não parece que foi ontem que nós vimos aquele pé para fora do carro e tudo indicava que era o Laffayete,não?

Acho que só tenho mais um fato para comentar sobre a season finale de True Blood: Como assim o Andy Bellaflour é um simples homo sapiens? Ele passou a temporada inteira sem ser enfeitiçado pela Maryann e no último episódio ele passa de possível lobisomem à ser humano comum e chato. Peloamor

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Enquanto Vampire Diaries começava e True Blood terminava sua temporada Glee apresentou seu segundo episódio. Eu confesso, eu sou um Gleek e tudo mais, por isso não vejo defeitos na série, mas vejo que ela pode assumir uma veia ingênua chatinha de mais, mas fazer o que?

Quando vi a versão da série de “I Say a Little Prayer For You” quase surtei, só seria melhor se não tivesse sido tão curta e até adorei de ver ela sendo cantada pelas cheerleaders. E a versão de “Take a Bow” então? Isso foi golpe baixo para derrubar qualquer um, até quem não sofre por amor. E é simplesmente por isso que eu gosto de Glee. Além de tudo a série tem a provável personagem mais cute-cute da temporada, a coordenadora. Sério, gente, as cenas dela não são as melhores?

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Já em Upper East Side, onde tudo é diferente, Gossip Girl voltou. Foi bom? Não! Eu senti falta da série? Não. Por que eu assisti a premiere então? Boa pergunta, nem eu seu.

Contudo pude constatar algumas coisas: Dan e Vanessa merecem morrer. Joanna Garcia está uma belezinha da série. Bluck já cansou, tipo, muito. Lily faz uma tremenda falta para série. Jenny é a melhor personagem mais mal aproveitada da série. Essa coisa de Serena viaja, Serena volta com um mistério é uma tremenda babaquice, fora que nunca funciona. E algo astral (oi?) me fez gostar do filho da Lily com o Rufus, se ele odiar o Dan e não for sua nova versão, vou gostar ainda mais.

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Ainda teen, a season finale de 10 Things I Hate About You! Acho que nunca comentei nada a respeito da série por aqui, mas ela é uma belezinha, tipo, extremamente belezinha. Só teve 10 episódios e arrasou, garantiu uma segunda temporada que eu mal passo esperar.

As personagens da série, diferente de todas as outras séries teens são tão humanas, é facinho se encontrar em uma das duas personagens principais. E na season finale tivemos a Kat fazendo uma aliança com a Chastity.  A Bianca beijando o Joey, a Chastity vendo tudo. E o Patrick e a Kat juntinhos (L) me falem que os dois não foram o melhor casal teen a atualidade?

Pois é, mal posso esperar.

Glee & Season Finales

27 maio, 2009 7 comentários

Glee: Pilot (1×01)

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Sem compromisso, esse é o termo que resumiria Glee a nova série de Ryan Murphy (Nip/Tuck e Popular), foi o que ele fez perfeitamente neste piloto.

O grande atrativo da série é a parte musical e isso ela faz muito bem. “Rehab” da tresloucada Amy Winehouse e a clássica “Don’t Stop Believin’” são as músicas que mais marcam no piloto e em reflexo a isso, no iTunes, apesar da audiência de Glee nem ter sido das melhores e mais animadoras – 10.74 milhões, após um season finale de American Idol – mas com a dinheirama e o status conseguido com os downloads das músicas já são um grande motivo para levar a Fox investir na série.

Glee conta a história de um professor de espanhol, que em um dia, do nada (talvez no meio de uma crise de identidade) resolve assumir o glee (grupo de jovens do coral) do colégio, com isso nos ficamos conhecendo os demais personagens e também vemos como Ryan Murphy é bom em aproveitar clichês e esteriótipos sem deixá-los ainda mais bregas.

Rachel Berry é a típica mocinha, a protagonista da ala teen, só que desta vez não é tão boazinha e muito menos boba, Rachel é sua própria vilã, é ela quem traça seu próprio caminho e isso é ótimo, já que Serenas e Marissas já deram o que tinham que dar. Os outros personagens são a negra a lá Kelly Rolland, mas que sonha em ser um Beyoncé. A oriental gaga que faz parte de um coral (?). O garoto da cadeira de rodas que sempre fica como centro das apresentações e estorvo. O garoto gay ligado a musicais, moda e todos os clichês gays existentes. Além do mocinho teen, jogador de futebol que namora a garota mais pura do colégio. E claro, o grande “bem feitor” do Glee Club, o professor de espanhol que sonha em reviver seus tempos áureos e ao mesmo tempo fazer algum bom aos seus alunos.

E com todos esses clichês não dá para entender como Ryan Murphy não errou. Tudo bem que o preview do piloto não foi brilhante e está longe de figurar entre os melhores pilotos já visto, mas mesmo assim Glee é boa, extremamente promissora e como já virou clichê entre os blogueiros, não nos deixa parar de acreditar!

Gossip Girl: The Goodbye Gossip Girl (2×25)

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Gossip Girl sempre foi fraquinha, mas já até chegou a me enganar por alguns episódios desta temporada, até chegou a parecer promissora, mas parando para olhar e observando todo o histórico da série, Gossip Girl não passa de mais um péssimo produto, que só encontra espaço na grande da CW.

Os últimos episódios desta temporada foram lastimáveis, foi visível a tentativa de criar algo grande, um bang para a série, mas ela não conseguiu, contudo isso não foi nenhuma grande surpresa já que na temporada passada a série não conseguiu deixar nenhum gancho descente para esta temporada, nesta eles até melhoraram, criaram algo em cima do filho do Rufus com a Lily, também com a Georgina dividindo o quarto com a Blair, mas e o que mais? É difícil achar algo mais animador. E como pode ser percebido pelo histórico de GG, essa trama do filho bastardo não passará de um burburinho e logo ele pegará a Blair, ou a Vanessa, ou a Dorota… (sei lá, quem sabe até onde eles conseguirão apelar). E sobre a Georgina, bem, eu leio spoilers! Sorry!

Se eu voltarei para assistir a próxima temporada de Gossip Girl, só Deus e as novas séries teens sabem, ainda é cedo para afirmar, mas uma coisa é fato, vontade de abandonar a série não me falta.

Brothers & Sisters: México (3×24)

Fiz maratonas e maratonas de Brothers & Sisters e tudo para chegar ao episódio 3×23 e ver a série decair de forma horrenda e apresentar, lastimavelmente, a pior season finale da produção e de tão fraca figura na minha lista de piores episódios de Brothers & Sisters.

A season finale de Brothers & Sisters só valeu por dois momentos, Norah Walker chegando ao México com aquele clima de filmes de faroeste e também o jantar em silêncio e com direito a mímica dos Walker, pois de resto, foi péssimo.

Thommy sempre foi o pior irmão Walker, tanto quando sua trama, mas também quando ao ator que o interpreta, enfim, uma sequência de erros que contribuíram para o episódio centrado nele – esta season finale – ser ridícula. Mas, os roteiristas não erram somente nisto. Foi triste ao ver naquele momento musical todos os personagens da série tendo seus momentos clímax e Sarah Walker, interpretada pela maravilhosa Rachel Griffiths sentada na beira de um lago com os pés na água, a personagem tanto quanto a atriz não mereciam ter passado por isso, pois Sarah Walker passou praticamente toda a temporada sem uma storyline, passou toda a temporada como neste episódio, com os pés na água. Os demais personagens também não apresentaram nada demais, Rebecca irá casar-se com o Justin, ou pelos menos é o que eles pretendem. Kitty resolveu lutar pelo Robert. Saul ajudou indiretamente a morte da mãe do Ryan. E Kevin… Alguém me diz o que aconteceu com o Kevin!