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Dollhouse – 1×13: Epitaph One (Unaired episode)

2 agosto, 2009 2 comentários

dollhouse 1x13

Muito se ouviu falar sobre o episódio treze de Dollhouse, a polêmica criada em cima disso foi gigantesca, até porque como iriam exibir uma temporada toda na televisão e sua suposta season finale iria sair somente em DVD? A resposta foi simples, “Epitaph One” o pré-badalado episódio treze seria o series finale e como Dollhouse foi renovada, não precisou ser exibido. Mas antes mesmo de sair em DVD e até mesmo ter sido exibido na Comic-Con, o episódio vazou para o delírio dos fãs e superou a expectativa de todos.

Quando perguntei sobre “Epitaph One” no twitter (sempre ele) por todo o buzz gerado e comentários animados e animadores, recebi a definição perfeita do que eu veria: “Epitaph One é um ‘scrapbook’ do que está por vir” – E realmente é. O episódio é praticamente o livro dos spoilers de Dollhouse e pode gerar até certo estranhamento a quem assiste, mas que no fim de tudo e isso eu posso dizer por todos, só nos fez querer mais.

Misturando elementos de “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, “Residente Evil” e “I Am Legend” o episódio apresenta um perfeito mundo caótico, onde os humanos não são mais a raça dominante e um pequeno grupo luta para o bem de todos e reestabelecer a ordem no planeta.

O inicio do episódio tem um clima diferente dos demais da série, os personagens que nós fomos acostumados a acompanhar quase não aparecem e quando aparecem é através flashes que são nada mais nada mesmo que memórias “implantadas” em um “fantoche”, nome que foi dado aos humanos que perderam suas personalidades por causa da dollhouse, já que aquela famigerada cadeira e os “tratamentos” não são mais necessários para implantar, tirar ou modificar a personalidade humana. O clima criado em cima disso foi perfeito e comparada às produções citadas acima, não ficou devendo nada, nada verdade, foi até melhor que algumas.

Enfim, os flashes nos mostraram como tudo aconteceu, como a Dollhouse acabou com o planeta e instaurou o caos em tudo, mas também mostrou que poderia haver uma cura e que ela estava na Ecko, o doll rebelde que já havia mostrado ser diferente das demais – “Caroline” – Mas ainda nos flashes e mais ou menos nesse período, foi desesperador, mas ao mesmo tempo brilhante ver o que estava acontecendo com os personagens. Topher praticamente sucumbiu à culpa de tudo que estava acontecendo e coube à Adelle DeWitt consolá-lo, mostrando uma relação entre os dois, que possivelmente já havia sido de amor, mas que neste momento não era nada mais que companheirismo. Foi ótimo também ver Sierra e Victor juntos, realmente eles são o casal da série, o amor que em fase de dollhouse era puro e ingênuo, transcendeu essa época e os fez se firmarem juntos em um futuro não tão longínquo e ainda trabalhando como dolls, só que agora com consciência do que estava acontecendo.

Coube a Dr. Saunders, ou melhor, Whiskey ser o elo de ligação entre passado e presente. A aparição da personagem no episódio só a fez ser ainda mais curiosa, pois como Caroline/Ecko disse em um dos flashes como é possível que a personagem continue servindo a Dollhouse depois de tudo? Ainda depois de seu rosto ter sido “reconstruído”. Mas o mais curioso mesmo é que nem a personalidade original da personagem foi devolvida, ela ficou dez anos (aparentemente por vontade própria) esperando na dollhouse como Whiskey, um fantoche.

Já neste presente futurista, além de reencontramos a Whiskey ficamos conhecendo, dentre alguns outros personagens, três importantes peças para o futuro da raça humana na produção de Joss Whedon: Mag, Zone e Iris.

Mag é como se fosse à heroína da história, a mocinha boazinha, com pudores e escrúpulos. Já Zone é aquele personagem ao estilo Sawyer, malandro e com uma personalidade um tanto quanto duvidosa. E ainda temos Iris, a personagem, sem dúvida alguma, mais interessante dentre os três. Iris aparentemente era uma garota traumatizada e que foi salva pela resistência. Mas na verdade Iris não existe e neste “corpo” havia uma personalidade implantada contra a resistência.

Iris matou todos os membros da resistência fazendo restar somente Zone e Mag, além de Whiskey que serviria a interprete das memórias de Caroline/Ecko para descobrir como restabelecer a ordem e a cura para os humanos modificados pela dollhouse. Iris acaba sendo desmascarada por Zone, jogada na cadeira de implantes e ao invés de Whiskey ela recebe as memórias de Caroline/Ecko, a garota recebe. Agora verdadeira heroína está presa em um corpo de criança, mas ela ainda sabe o que fazer e é assim que o episódio acaba, nós ficamos salivando, implorando por mais e super ansiosos pela próxima temporada da série, que mesmo não seguindo esse caminho futurista, promete.

“Epitaph One”, acrescentou muito para a mitologia de Dollhouse e além de todo mistério, clima e todo o resto, as atuações foram às melhores, destaque total para Amy Acker que esteve brilhante do começo ao fim da temporada, mas em especial neste episódio.

E que venha logo a segunda temporada de Dollhouse!

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Dollhouse: 1ª temporada

1 agosto, 2009 3 comentários

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Lembro de todo o buzz gerado antes e após a estreia de Dollhouse. A série foi tratada com algo “apocalíptico”, a grande novidade/aposta dos últimos anos e o retorno triunfante de Joss Wheldon, mas todos nós sabemos que não foi bem assim e após a exibição de seu piloto Dollhouse e Joss Whedon foram ridicularizados e isso fez com que eu não acompanhasse a série junto à exibição americana.

Mas após o vazamento de “Epitaph One” e os comentários positivos que ele gerou, seguindo as dicas de milhares twitteiros e além da participação de Summer Glau na próxima temporada, foi impossível não ver pelo menos o piloto da série e por ele, extremamente criticado, eu me envolvi e acompanhei toda a temporada da série em três ou quatro dias.

Comecei a assistir a série por “Echo” o episódio piloto não exibido, taxado por muitos como ridículo minhas expectativas não poderiam ir muito aquém disso e provavelmente esse fato foi o que me fez gostar tanto do episódio. Realmente não é ruim, só não é tão bom.  Nunca assisti Buffy ou qualquer outra criação “brilhante” de Joss Wheldon com muito afinco, então eu não tinha parâmetro de comparação e isso foi ótimo.

“Echo” é um episódio curioso, rejeitado pela Fox fez com que a série mudasse completamente o rumo de sua 1ª temporada, o que antes era um episódio acabou virando doze. Vários fragmentos de “Echo” foram reaproveitados em outros episódios, inclusive a última cena de “Omega”, a season finale oficial da série, onde a personagem de Dushku, diz: “Caroline” – Indicando que Ecko consegue ter memórias mesmo após passar pelos famigerados tratamentos.

Mesmo com o piloto mudado e a temporada reestruturada, a Fox não parou nenhum segundo de se intrometer na mente criativa de Joss Wheldon. Os seis primeiros episódios seguiram diferente dos seis últimos. Sinceramente, eu não os achei tão ruins, mas como eu já disse, também não foram bons, se tudo fosse com Wheldon propôs provavelmente a história seria outra.

Os seis primeiros episódios “conduzidos” pela Fox seguiam o mesmo esquema de séries policiais, um caso por episódio, ou seja, uma personalidade para Ecko e um cliente novo em cada roteiro. Mas após isso a emissora devolveu a liberdade criativa a Wheldon e as coisas só melhoraram

“Man on the Street” é o episódio que marca “o começo de uma nova fase”, muitos dizem que esse é o auge da série, mas eu discordo, dos doze episódios exibidos oficialmente sou muito mais “Needs”. O episódio foge ainda mais a fórmula dos demais e chega a ser brilhante. A revoltada das dolls, suas personalidades originais e a proposta de alianças (amores, amizades e necessidades) foi extremamente excitante e com este episódio eu realmente viciei em Dollhouse. Me fez pensar, envolver e acima de tudo, temer pelo futuro da série.

Assistindo mais alguns episódios e me vendo completamente envolvido pela criticada atuação de Eliza Dushku, além de mais da metade dos personagens da série – que realmente foram bem construídos – chegou, O episódio, “Epitaph One”.

“Epitaph One” é a perfeição dentro da série, é o chá de animo para os descrentes, um episódio extremamente tenso, desesperador e acima de tudo, brilhante. Irei me conter nesses comentários, já que o episódio ganhará sua própria resenha, mas ele foi realmente ma-ra-vi-lho-so.

Entre altos e baixos a 1ª temporada de Dollhouse terminou com um saldo positivo, agora o campo de trabalho a ser explorado é gigantesco e como Joss Wheldon disse na Comic-Con:

“So long as I don’t send anyone to feudal Japan, we’re okay.”

Top #5: Estréias da mid-season 2009.

8 janeiro, 2009 8 comentários

Além dos retornos de Lost, Damages e Skins, a mid-season de 2009 está prometendo muitas estréias que são no mínimo interessantes. Várias novas apostas da ABC que andou fazendo o rapa na sua grade de programação, algumas apostas de peso da FOX, algunas produtores de renome aparecendo novamente e muita coisa interessante pintando na televisão paga americana.

Abaixo um TOP #5 com as minhas maiores apostas para este começo de ano:

(Clique no título das séries para ver suas promos)

#5 Dollhouse

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Fox – 13 de Janeiro

#4 Castle

castlecast

ABC – 9 de Março

#3 Trust Me

truste1

TNT – 26 de Janeiro

#2 Lie To Me

001-11

Fox – 14 de Janeiro

#1 United States of Tara

tara1

Showtime – 18 de Janeiro

Momento PROMO.

6 novembro, 2008 3 comentários

Ano que vem promete. Série brilhantes estão para voltar em 2009. E, grandes promessa estão para estrear. Lost, Damages e Dollhouse diz alguma coisa? Só tenho mais um comentário a fazer, o que é essa promo de Damages? Vejam:

Lost:

Damages:

Dollhouse:

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