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Mercy – 1×01, 1×02 e 1×03: “Can we get that drink now?”, “I Believe You Conrad” e “Hope You’re Good, Smiley Face ”

Mercy

Grey’s Anatomy, House, Private Practice, Hawthorne, Nurse Jackie, Three Rivers, Trauma… mais alguma? Sim, pelo menos mais uma.

Com o fim de E.R. e séries com Grey’s Anatomy, House e Private Practice nas alturas era óbvio que várias novas séries médicas surgiram como já foram os casos de Nurse Jackie e Hawthorne na summer season deste ano. Então, a NBC, antiga dona de E.R. vem com sua humilde e provocadora Mercy que já pelo nome alfineta outra série médica: Mercy? Mercy Hospital? Mercy West?

Mercy não tem praticamente (ou realmente) nada de inovador, novo, pioneiro ou qualquer coisa do tipo. A série segue a formula de Grey’s Anatomy dando mais importância a vida pessoal do que aos casos médicos. A série arrisca caminhar usando vários clichês, o que não é tão recriminável. E também mostra a visão das enfermeiras, algo já usado em Nurse Jackie e Hawthorne. Mas, Mercy é boa ou pelo menos, uma gracinha.

Como se já na bastasse o nome, que é uma visível alusão ao maior concorrente do Seattle Grace Hospital de Grey’s Anatomy, Mercy West que agora até se fundirá com o hospital de Ellen Pompeo e toda sua turma. Mercy é um gracioso xerox de Grey’s Anatomy quase que em branco e preto. No episódio piloto até temos uma cena digna de deja vu, onde Veronica, a protagonista da série, aparece ao lado do seu McDreamy em uma sala cheia de radiografias e os dois discutem o passado. Já mudando de série, como se não bastasse Grey’s Anatomy, a personagem de Michelle Thachtenberg é uma cópia descarada da Zoey de Nurse Jackie, até os jalecos das duas personagens são iguais! E ainda temos Sonia, a enfermeira que não me deixa esquecer Hawthorne. E lá no fundo, Mercy West… oops, Mercy Hospital, é uma pequena e pobre filiar de hospital do E.R.

Contudo e apesar de todas as semelhanças, até porque não há nada errado em se espelhar, ok, copiar, desde que a série tenha sua pequena identidade e encante. E Mercy é boa nisso, encantar, os enfermeiros são cativantes, todos tem suas tramas e agradam.

Chloe Payne (personagem de Thachtenberg) é uma gracinha e ainda mais doce a Zoey de Nurse Jackie e o melhor é que para isso a personagem nem precisa ser estúpida. Quase sempre suas storylines são boas e seus casos médicos interessantes. A série nos faz olhar com os olhos de Chloe, nos faz achar tudo muito novo, como se fosse nossa primeira vez com uma série médica e nos obriga a nos perguntar o que é um “code black”, código ecoado em qualquer série.

Enquanto isso Veronica (Taylor Schilling), a protagonista, tem seus dilemas amorosos com o médico que também poderia ser chamado do McDreamy, mas como isso é de Grey’s Anatomy, essa expressão é proibida. Veronica esteve no Iraque, então, isso no rende alguns flashbacks onde a personagem sofre por perdas ou tem cenas calientes com James Tupper que quando volta, acaba indo trabalhar no Mercy West! Mundo pequeno. Mas, nesse tempo de retorno de guerra, a personagem já havia voltado pra seu marido e tudo se complica.

Apesar de mais haver mais uma grande referencia à Grey’s Anatomy em Mercy: Iraque; que não nos deixa esquecer o McArmy, Dr. Owen Hunt. Em Mercy eles tentam fazer diferente e apesar de todos que estiveram lá também sofrerem com traumas, acabam lindando com tudo de maneira diferente. O terceiro episódio, Schilling tem uma atuação perfeita enquanto trabalha com as emoções pós guerra de sua personagem.

Não sendo a enfermeira sobrevivente de guerra ou a toda inocente, ainda temos Sonia, a enfermeira que poderia ser a bicth da série, mas não é. Sonia é apenas uma mulher comum, que quer amar, é a melhor amiga da protagonista e adora fazer piadinhas maldosas sobre Chloe, mas, aliás, naquele hospital todos amam isso.

Para não ser menos clichê, Mercy também tem seu enfermeiro gay, os médicos chatos e as enfermeiras sempre estão certas. Mas está é a formula e parece que tudo está correndo bem.

Mercy pode não ser a melhor estréia do ano, pode não ter tanta qualidade quanto Nurse Jackie ou se tão “pioneira” quanto Grey’s Anatomy. Mas ainda sim, é boa, rende bons momentos e diverte.

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  1. 16 outubro, 2009 às 12:18 am

    Talvez dê uma chance para essa em breve, mas por enquanto tô desanimado para séries médicas.

  2. 16 outubro, 2009 às 8:37 am

    To quase dando uma nova chance pra série. Não gostei muito do PILOTO, mas as criticas estão boas e eu não estou coneguindo resistir.

  3. Mary
    18 outubro, 2009 às 12:51 pm

    Eu ainda nao vi pilot de Mercy. Talvez agora que desencanei de EastWick e Melrose Place[possiveis cancelamentos] dê uma chance e essa ea Being Erica[essa adorei o pilot xD]

  4. mary
    27 outubro, 2009 às 5:16 am

    Bem que voce disse nada inovador porem nada de ruim…Gostei!!
    O ator que faz McArmy hahahaa é o mesmo que vez Men In Trees neh? Sei la se não for é um bem aperecido… Agora vou para Three Rivers e depois para Trauma HAHHAHA não sei pq nessa temporada eu to adorando series medicas mas ctz Mercy já tem espaço no S2

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