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Dollhouse – 1×13: Epitaph One (Unaired episode)

dollhouse 1x13

Muito se ouviu falar sobre o episódio treze de Dollhouse, a polêmica criada em cima disso foi gigantesca, até porque como iriam exibir uma temporada toda na televisão e sua suposta season finale iria sair somente em DVD? A resposta foi simples, “Epitaph One” o pré-badalado episódio treze seria o series finale e como Dollhouse foi renovada, não precisou ser exibido. Mas antes mesmo de sair em DVD e até mesmo ter sido exibido na Comic-Con, o episódio vazou para o delírio dos fãs e superou a expectativa de todos.

Quando perguntei sobre “Epitaph One” no twitter (sempre ele) por todo o buzz gerado e comentários animados e animadores, recebi a definição perfeita do que eu veria: “Epitaph One é um ‘scrapbook’ do que está por vir” – E realmente é. O episódio é praticamente o livro dos spoilers de Dollhouse e pode gerar até certo estranhamento a quem assiste, mas que no fim de tudo e isso eu posso dizer por todos, só nos fez querer mais.

Misturando elementos de “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”, “Residente Evil” e “I Am Legend” o episódio apresenta um perfeito mundo caótico, onde os humanos não são mais a raça dominante e um pequeno grupo luta para o bem de todos e reestabelecer a ordem no planeta.

O inicio do episódio tem um clima diferente dos demais da série, os personagens que nós fomos acostumados a acompanhar quase não aparecem e quando aparecem é através flashes que são nada mais nada mesmo que memórias “implantadas” em um “fantoche”, nome que foi dado aos humanos que perderam suas personalidades por causa da dollhouse, já que aquela famigerada cadeira e os “tratamentos” não são mais necessários para implantar, tirar ou modificar a personalidade humana. O clima criado em cima disso foi perfeito e comparada às produções citadas acima, não ficou devendo nada, nada verdade, foi até melhor que algumas.

Enfim, os flashes nos mostraram como tudo aconteceu, como a Dollhouse acabou com o planeta e instaurou o caos em tudo, mas também mostrou que poderia haver uma cura e que ela estava na Ecko, o doll rebelde que já havia mostrado ser diferente das demais – “Caroline” – Mas ainda nos flashes e mais ou menos nesse período, foi desesperador, mas ao mesmo tempo brilhante ver o que estava acontecendo com os personagens. Topher praticamente sucumbiu à culpa de tudo que estava acontecendo e coube à Adelle DeWitt consolá-lo, mostrando uma relação entre os dois, que possivelmente já havia sido de amor, mas que neste momento não era nada mais que companheirismo. Foi ótimo também ver Sierra e Victor juntos, realmente eles são o casal da série, o amor que em fase de dollhouse era puro e ingênuo, transcendeu essa época e os fez se firmarem juntos em um futuro não tão longínquo e ainda trabalhando como dolls, só que agora com consciência do que estava acontecendo.

Coube a Dr. Saunders, ou melhor, Whiskey ser o elo de ligação entre passado e presente. A aparição da personagem no episódio só a fez ser ainda mais curiosa, pois como Caroline/Ecko disse em um dos flashes como é possível que a personagem continue servindo a Dollhouse depois de tudo? Ainda depois de seu rosto ter sido “reconstruído”. Mas o mais curioso mesmo é que nem a personalidade original da personagem foi devolvida, ela ficou dez anos (aparentemente por vontade própria) esperando na dollhouse como Whiskey, um fantoche.

Já neste presente futurista, além de reencontramos a Whiskey ficamos conhecendo, dentre alguns outros personagens, três importantes peças para o futuro da raça humana na produção de Joss Whedon: Mag, Zone e Iris.

Mag é como se fosse à heroína da história, a mocinha boazinha, com pudores e escrúpulos. Já Zone é aquele personagem ao estilo Sawyer, malandro e com uma personalidade um tanto quanto duvidosa. E ainda temos Iris, a personagem, sem dúvida alguma, mais interessante dentre os três. Iris aparentemente era uma garota traumatizada e que foi salva pela resistência. Mas na verdade Iris não existe e neste “corpo” havia uma personalidade implantada contra a resistência.

Iris matou todos os membros da resistência fazendo restar somente Zone e Mag, além de Whiskey que serviria a interprete das memórias de Caroline/Ecko para descobrir como restabelecer a ordem e a cura para os humanos modificados pela dollhouse. Iris acaba sendo desmascarada por Zone, jogada na cadeira de implantes e ao invés de Whiskey ela recebe as memórias de Caroline/Ecko, a garota recebe. Agora verdadeira heroína está presa em um corpo de criança, mas ela ainda sabe o que fazer e é assim que o episódio acaba, nós ficamos salivando, implorando por mais e super ansiosos pela próxima temporada da série, que mesmo não seguindo esse caminho futurista, promete.

“Epitaph One”, acrescentou muito para a mitologia de Dollhouse e além de todo mistério, clima e todo o resto, as atuações foram às melhores, destaque total para Amy Acker que esteve brilhante do começo ao fim da temporada, mas em especial neste episódio.

E que venha logo a segunda temporada de Dollhouse!

  1. 2 agosto, 2009 às 2:06 pm

    God, esse episódio me deprimiu tanto. Ver o que aconteceu com Adelle, Topher e Whiskey partiu meu coração. Adelle e Topher principalmente, porque eles podem nunca ter sido as melhores pessoas do universo, mas é óbvio que eles não queriam as coisas que aconteceram, começando por aquela coisa de vender as dolls (as expressões de horror que eles fizeram, imapagável). Só que eu não achei que houvesse algo de amor entre eles, pelo menos não de uma maneira romântica. Fiquei com a impressão de que Adelle meio que se tornou uma mãe para o Topher, e ele meio que um filho pra ela (o que não deixa de ser mais triste ainda).

  2. Lucas Santtos
    3 agosto, 2009 às 8:08 am

    Nossa. eu vi só o “1.00” ainda não vi esse tal episódio, mas vontade não me falta porque só leio otimas criticas. Vou tentar ver hje msm na hora do ALMOÇO!

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