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Dollhouse: 1ª temporada

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Lembro de todo o buzz gerado antes e após a estreia de Dollhouse. A série foi tratada com algo “apocalíptico”, a grande novidade/aposta dos últimos anos e o retorno triunfante de Joss Wheldon, mas todos nós sabemos que não foi bem assim e após a exibição de seu piloto Dollhouse e Joss Whedon foram ridicularizados e isso fez com que eu não acompanhasse a série junto à exibição americana.

Mas após o vazamento de “Epitaph One” e os comentários positivos que ele gerou, seguindo as dicas de milhares twitteiros e além da participação de Summer Glau na próxima temporada, foi impossível não ver pelo menos o piloto da série e por ele, extremamente criticado, eu me envolvi e acompanhei toda a temporada da série em três ou quatro dias.

Comecei a assistir a série por “Echo” o episódio piloto não exibido, taxado por muitos como ridículo minhas expectativas não poderiam ir muito aquém disso e provavelmente esse fato foi o que me fez gostar tanto do episódio. Realmente não é ruim, só não é tão bom.  Nunca assisti Buffy ou qualquer outra criação “brilhante” de Joss Wheldon com muito afinco, então eu não tinha parâmetro de comparação e isso foi ótimo.

“Echo” é um episódio curioso, rejeitado pela Fox fez com que a série mudasse completamente o rumo de sua 1ª temporada, o que antes era um episódio acabou virando doze. Vários fragmentos de “Echo” foram reaproveitados em outros episódios, inclusive a última cena de “Omega”, a season finale oficial da série, onde a personagem de Dushku, diz: “Caroline” – Indicando que Ecko consegue ter memórias mesmo após passar pelos famigerados tratamentos.

Mesmo com o piloto mudado e a temporada reestruturada, a Fox não parou nenhum segundo de se intrometer na mente criativa de Joss Wheldon. Os seis primeiros episódios seguiram diferente dos seis últimos. Sinceramente, eu não os achei tão ruins, mas como eu já disse, também não foram bons, se tudo fosse com Wheldon propôs provavelmente a história seria outra.

Os seis primeiros episódios “conduzidos” pela Fox seguiam o mesmo esquema de séries policiais, um caso por episódio, ou seja, uma personalidade para Ecko e um cliente novo em cada roteiro. Mas após isso a emissora devolveu a liberdade criativa a Wheldon e as coisas só melhoraram

“Man on the Street” é o episódio que marca “o começo de uma nova fase”, muitos dizem que esse é o auge da série, mas eu discordo, dos doze episódios exibidos oficialmente sou muito mais “Needs”. O episódio foge ainda mais a fórmula dos demais e chega a ser brilhante. A revoltada das dolls, suas personalidades originais e a proposta de alianças (amores, amizades e necessidades) foi extremamente excitante e com este episódio eu realmente viciei em Dollhouse. Me fez pensar, envolver e acima de tudo, temer pelo futuro da série.

Assistindo mais alguns episódios e me vendo completamente envolvido pela criticada atuação de Eliza Dushku, além de mais da metade dos personagens da série – que realmente foram bem construídos – chegou, O episódio, “Epitaph One”.

“Epitaph One” é a perfeição dentro da série, é o chá de animo para os descrentes, um episódio extremamente tenso, desesperador e acima de tudo, brilhante. Irei me conter nesses comentários, já que o episódio ganhará sua própria resenha, mas ele foi realmente ma-ra-vi-lho-so.

Entre altos e baixos a 1ª temporada de Dollhouse terminou com um saldo positivo, agora o campo de trabalho a ser explorado é gigantesco e como Joss Wheldon disse na Comic-Con:

“So long as I don’t send anyone to feudal Japan, we’re okay.”

  1. 1 agosto, 2009 às 2:03 pm

    Não levei muita fé antes de começar a ver Dollhouse também (Um dos motivos é eu ter pa-vor de Buffy, Angel e esses vampirinhos de mentira -q). Um amigo falou super bem, e como confio no gosto dele, fui ver. Ao contrário da maioria eu gostei bastante dos episódios iniciais. Aquele da floresta é bem tenso :3
    Depois os outros ficaram bem mais interessantes (antes era, hum, meio superficial)… :~

  2. Lucas Santtos
    1 agosto, 2009 às 2:11 pm

    A série é BOA, teve uma 1ª Temporada legal. Agra tô num momento de REVOLTA então prefiro dizer o seguinte: Como DOLLHOUSE depois de tantos ltos e baixos conseguiu garantir uma 2ª Temporada e KINGS não ? hhahah! Cmo pode? Povo americano TOTALMENTE sem cultura, não consigo entender como eles conseguem se apegar por 9 anos a CSI que já cansou e deu tudo o que tinha que dar e simplesmente deixar de lado uma produção como aquela!

    ps: acabeii de conferir os 2 ultimos episódios da série, por isso o MOMENTO de revolta! :s

  3. Dionaldo
    1 agosto, 2009 às 7:52 pm

    O começo tava tão boring que desisti da série, mas agora irei continuar a ver de onde parei…

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