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Terminator – The Sarah Connor Chronicles: “Today Is the Day” à “To the Lighthouse”

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Não irei dizer que vibrei com a morte da Riley, sempre fui indiferente a permanência ou não da personagem na série, contudo é inevitável dizer que após a sua morte o nível da série, que se apresentava abaixo da média elevou-se fantasticamente, mas isso não foi somente pela saída de Leven Rambin.

O que foi dito acima tem muito a ver com os roteiristas, Lena Headey e o restante do elenco também. Durante dois episódios, que já começo a pensar que foram os melhores da temporada, nenhuma loucura de Sarah havia sido citada, ela não percorria nada, só era a mãe do salvador do mundo e mais nada. Não atrevo me dizer que Lena Headey errou em sua Sarah, na verdade ela é ótima e faz um trabalho admirável com o que tem, mas os roteiristas, esses sim, começaram a errar na evolução da personagem em algum momento da temporada.

Se não me engano tudo começou com os três pontos, que nos levaram a lugares e tramas inimagináveis mesmo para essa série e essas tramas sempre foram mostradas pela Sarah, a louca que percorreu toda e qualquer ameaça. O pior é que toda a evolução dos três pontos começou bem antes do hiatus e aparentemente só foi acabar no episódio em que a morte da Railey aconteceu, por isso que alguns podem confundir e achar que a morte dela foi quem fez a série melhorar, mas na verdade foi o fim deste arco gigantesco que fez isso.

Outro ponto que favoreceu para “Today is the Day” e seu episódio seguinte serem ótimos foi nós descobrirmos quem era Jesse, outra personagem que dividia a opinião de todos, mas que no geral me agradou. Os flashbacks (ou flashfowards) dos dois episódios foram ótimos e além de responderem, criaram várias perguntas na minha cabeça e a maior delas é: Será que o T-1000 que estava no submarino não é a Catherine?

O arco Jesse além de ter apresentado um ótimo roteiro com ótimas revelações, também foi marcado pela despedida da personagem que foi assassinada nada mais nada menos, que seu amor, Derek, toda a sequência que antecedeu o ato foi ótima, desde o John a deixando escapar – uma boa atuação do Thommas Dekker na série, enfim! – como quando o Derek a diz que ele não era John Connor, por isso assassinaria. Neste meio tempo tivemos outra ótima cena: O encontro no futuro entre Jesse e Cameron. Foi brilhante mostrar que sua falta de confiança nas máquinas da Jesse vinha por sua culpa, mas sobre tudo, essa cena foi marcada pela descoberta do aborto do filho que Derek que ela havia sofrido. Acho que isso só aumento sua raiva contra as máquinas.

Já após o termino deste arco a série meio que retorna ao esquema neuras da Sarah, só que agora com razão. Após tudo que havia acontecido ela não poderia mais confiar na Cameron e muito menos no Derek, por isso ela resolve se mudar e com isso outro assunto volta a ser abordado: O câncer. Ainda na primeira temporada Cameron disse que ela morreria de câncer e o assunto até foi abordado por alguns episódios, mas logo após isso foi esquecido e só relembrando agora. Mas o que Sarah tinha no seio não era um câncer e sim um cisto feito de metal que servia para mostrar aonde ela estava indo. A cena em que ela descobre isso e usa o desfibrilador para pará-lo foi ótima.

Com tudo acontecendo ao mesmo tempo, ainda tivemos a aprofundamento da história do Catherine, Henry Gale e o Agente Ellisson, tudo foi muito bem feito e só agora essa trama começou a ganhar mais contornos. E me arrisco a dizer que o destaque nesses episódios e nesse grupo de personagens ficou na mão de Savannah, a filha de Catherine.

Não preciso nem dizer que fiquei feliz por esse episódio e espero que a série não volte mais a abordar as neuras de Sarah Connor, já que nos estamos na reta final da temporada (quem sabe da série) e não existe mais margens para erro.

  1. Carol
    13 abril, 2009 às 12:11 pm

    Os ultimos episódios da temporada são ótimos, muito bons mesmo, e deixam um gostinho de quero mais. Será muito ruim se não houver uma próxima temporada.
    Só que também deixa algumas indagações, o John vai para o Futuro junto com a Catherine, e descobre que no futuro não é nada, ninguém sabe quem é Jonh Connor, isso meio que já faria com que ele não existisse, já que ele encontra com o tio Derek, com seu pai, e com a Cameron (essa na versão humana, e não robo), com isso, fica mais do que claro, que o Kyle Reese, não voltará ao passado para salvar a Sarah, e o Jonh não seria gerado. A não ser que seja explicado depois, que o Jonh de 17 anos, é que envia o pai para salvar a Sarah, e não o Jonh de 40.
    Fiquei muito contente com o fato de o Jonh ter ido ao futuro, pricipalmente porque a cena da morte do tio Derek foi ridicula, ele era um dos grandes guerreiros da resistencia, e se deixou matar da forma mais ridicula possivel, sem contar o fato de que estava começando a ficar chato só as caçadas ao Jonh, ou as investidas deles em destruir o Skynet. Espero muito que exista uma nova temporada, e que ela misture cada vez mais o futuro e o passado.

  2. Wellington
    19 abril, 2009 às 7:34 pm

    concordo com a amiga Carol falou.Realmente esta serie esta cada vez mais surpreendente…

    fico so no aguardo

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