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Nip/Tuck: Roxy St. James (5×17)

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Tenho uma relação estranha com Nip/Tuck, quase tão estranha quanto à própria série. Lembro de ter visto muitos episódios aleatórios, mas nada de tão conclusivo e importante, episódios que por muitas vezes beiravam o constrangimento alheio ou ainda a pura insanidade. Mas nesta minha fase “super fã de séries médicas” resolvi voltar a acompanhar essas insanidades e bizarrices da série, bem, pelo menos por um episódio.

Sabe quando você sente-se completamente perdido e não sabe o que fazer para inteirar-se do assunto? Então, foi isso que senti ao assistir esse episódio da série. Fiquei me perguntando quando e porque a Julia virou lésbica? Quando o Sean virou tamanho mentiroso que enganou a todos sobre ser paraplégico? Ou ainda, no mínimo mais promissor, quando foi que o Christian descobriu que está com câncer de mama? Mas apesar de tudo isso, a essência da série ainda estava lá, mais estranha, bizarra e insana, mas ainda estava presente no episódio.

Algumas das imagens mais sinistras que sempre estiveram presentes em minha cabeça vieram de Nip/Tuck. Primeiro: Auto-circuncisação do filho do Sean, Matt McNamara, aquilo foi pavoroso, digno de arrepio. E, segundo, que chega ater ser engraçado: A cena de sexo do Cristian com uma mulher usando um saco de pão na cabeça.

Também não sei direito qual foi o último episódio que assisti, só me lembro que a Julia ainda era heterossexual e começava a flertar com uma separação do Sean e se não me engano tinha um caso com outro homem, um aluno dela (?). Mas vendo este episódio e olhando todos esses acontecimentos da série, ainda soube me inteirar e não foi tão difícil captar tudo.

O episódio começa com Hot Coco e sua suposta afro-descendência que serviu com uma ótima e bizarra forma de alivio cômico. De dão bizarro que era o clipe de “Yo Stank” cheguei a gargalhar enquanto o assistindo. Mas o melhor eram os comentários a personagem que dizia que queria um bunda igual à da Beyoncé.

Saindo da parte bizarra do episódio e indo para a parte insana: Como disse acima me surpreendi com este papo da Julia ter tornado-se lésbica (baixando episódios para me inteirar) e eu estava estranhando esta história da sua parceira, Olivia (que é linda por sinal) querer fazer cirurgias plásticas para mudar seu rosto perfeito. Achei toda esta trama bem amarrada e construída. Os devaneios de Sean no meio da sala de operação, o desejo de matá-la, ainda mais após ele ter descoberto que Julia iria embora para NY junto com ela. No fim Olivia morre e faz Julia pensar que Sean foi quem a matou. Mas no fim do episódio e com direito a um banho de cinzas da falecida, Eden, sua filha, aparece e diz que o que sua mãe fez foi provavelmente um suicídio, já que ele tomava remédios e por isso não poderia operar.

Mas o mais alucinante veio mesmo de uma participação especial na série, Dina Meyer interpretou Roxy, personagem que deu nome ao episódio e também fez à automutilação mais alucinante da história das séries. A família de Roxy tinha um histórico de mulheres com câncer de mama e ela desesperada achando que seria a próxima procura Christian e pede para que ele retira suas duas mamas. Ele não faz isso e ela auto mutila-se com um faca elétrica.

Nip/Tuck pode ser totalmente bizarra, insana, demente, mas este seu fundo médico cheio de dramalhão me agrada muito, quem sabe logo a série comece a ganhar resenhas recorrentes aqui no blog.

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