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Série da semana: Private, Terminator e Gossip.

Private Practice, 2×07: Tempting Faith

Enquanto Shonda planeja “implantar” um serial killer em Grey’s Anatomy. Em Private Practice ela já incluiu um pedófilo. Aliás, esse não foi o único personagem a aparecer ou reaparecer neste episódio. Tivemos o irmão da Addison, Archer, um garanhão sem causa e o retorno de Meg, lembram de “Peter”, não?

Essas participações especiais valeram à pena. Apesar de Archer ser interpretado pelo péssimo (pelo menos na série) Grant Show, o personagem deu uma bela movimentada na trama, com seu jeito mulherengo ele acabou conseguindo levar a Naomi para cama (ou, melhor escada) e fez com que o Sam perdesse as estribeiras e partisse com tudo para cima dele. Até Addison acabou entrando na brincadeira, quando descobriu que seu irmão dormiu com sua melhor amiga.

Já Meg foi uma que retornou. Ainda me pergunto para que “serve” essa personagem. Não simpatizo com ela, na verdade acho que ninguém simpatiza. Ela só serve mesmo para deixar claro que a química entre o Pete e a Addison não deu certo.

Mas, A participação do episódio foi por conta da trama da Violet. E, eu não quero acreditar que ela acabou. Cullen Douglas (Que participou de Grey’s Anatomy também) estava tão brilhante na pele do inescrupuloso, nojento e depravado, Hal Jarvis, um pedófilo, que foi condenado fazer algumas sessões com a Vie. Foi tudo tão bem feito. Acho que foi somente por esta participação é que o episódio valeu à pena.

Já no caso central do episódio – Não da para acreditar que não foi o do pedófilo – Eu vi mais uma vez a religião ser tratada com uma alienação, aliás, não é? E, também vi a Addie ser tratada com a desbravadora, que vai contra tudo e todos, e acaba conseguindo mudar a convicção de seus pacientes (Chega disso).

Terminator: The Sarah Connor Chronicles, 2×11: Self Made Man

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Como já foi dito por David Cruz e Thais Afonso, o episódio mais estranho de toda a série. Até em certos momentos me senti assistindo Cold Case. Mas, espera aí, que eu vou explicar tudo.

Sarah dorme, John dorme, Derek dorme, mas e a Cameron? Para mim nesse tempo ocioso ela ficava andando pela casa, planejando “atentados”, vendo se tudo estava seguro, enfim, protegendo o sono dos Connor. Mas, não é que ela não faz isso?! A anoitecer, Cameron sai para passear, e, vai a uma biblioteca, onde sempre tem um fiel amigo a sua espera, um cara paraplégico, que “tinha” câncer. E, foi nessa biblioteca, ao melhor estilo Cold Case, que Cameron viu através de um exterminador que foi enviado a 1920. Mas, o que ele estava fazendo em 1920? Eu até cheguei a pensar que ele pretendia matar os avôs do John. O que até seria plausível, afinal, se os avôs do John não existissem, não haveria com seus pais existirem, e, conseqüentemente, não haveria com ele existir. Mas, não foi isso. Esse exterminador acabou indo para em 1920 por ter errado os cálculo, na verdade era para ele estar em 2010, tentando matar algum governador dos EUA.

Achei que esse episódio serviu com nada mais, nada menos como uma tapa buracos para algo maior que está por vir. Afinal, eu sei que Summer Glau é Summer Glau, mas um episódio onde nada acontece? E, ninguém exceto a Cameron e o John aparece no episódio. Ah! A Riley (cansei dela) apareceu na trama do John, ela o levou a uma festinha teen, onde ao invés deles se drogarem (nem todo mundo faz isso, mamães de plantão), zuarem e beberem, eles jogam vídeo-game e brincam com isqueiros. Aliás, Riley roubou esse bendito isqueiro, com isso acabou fazendo o Jonny (eu sei que é John) se meter em uma briga, onde ele deu uma surra em seu adversário. E, Riley com prêmio, fez o dia do garoto amanhecer feliz…

Balanço do episódio: Fraco, mas, como eu quase tive uma overdose se Summer Glau, eu fiquei feliz!

Gossip Girl, 2×12: It’s a Wonderful Lie

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Sempre gostei das baladas, ou melhor bailes que acontecem em Gossip Girl. Vai ver que é por lembrar do começo da temporada passada, onde a cada episódio tinha um evento para o high society da série. Esses eventos eram tão bombásticos. Mas, foi também na primeira temporada que eles deixaram de ser, lá bem no final da temporada, onde eles passaram a ser tão cansativos quanto uma missa de sétimo dia.

O evento da vez tinha tudo para dar certo. Jenny voltando a praticar suas brincadeirinhas nada infantis, os surtos de Blair e Chuck, e, Lily e Rufus tentando se acertarem novamente. Mas, algo deu errado.

Jenny foi se vingar da Vanessa – Urru! – Mas, a “V” (Que foi flagrada pela Gossip Girl beijando no Nate) acabou saindo dessa como sofredora, o que na realidade ela é. Na verdade foi J que saiu como vilã, coisa que aos meus olhos ela nunca será. Sério, para mim Little J, pode aprontar de tudo que mesmo assim eu a entenderei. Mas, neste episódio os roteiristas conduziram o texto de uma maneira , que J virou a vilã e V virou a injustiçada. Mas foi a V que roubou a carta da Jenny, e, para mim tudo está justificado ai. Só para o jackass do Nate que não. Putz, ele foi o mais prejudicado com isso!

Não posso negar que gostei da trama do casalzinho B&C, mas, porém, todo via, contudo, essa história está cansando. Há quantos episódios nós ouvimos os dois dizerem um para o outro que eles não nasceram para ficar juntos? E, mesmo assim insistem em tentarem. Até foi interessante ver os dois comprando suas versões betas, que acabaram ficando juntos, com a relação deles. Mas, não dá mais, mudem o disco! (Como é bizarro aquele Chuck Beta, não? Jesus!)

Eu sou um dos entusiastas da relação Lily/Rufus, nem tanto pelo Rufus, mas sim por ela (Como eu adoro a Kelly Rutherford). Os dois até nem tem tanta química, culpa dele! Mas, eu simpatizo tanto com esse romance mais adulto no meio de tanta coisa teen… Porém, já não está dando mais para agüentar tanto lenga-lenga. O que aconteceu de interessante na trama deles após os dois passarem o episódio todo praticamente juntos? Nada!

Prefiro não comentar sobre o Dan-seca-pimenteira. Estou pensando em ignorar o personagem nos meus reviews, sério. Serena é outra que não agradou, e, olha que eu adoro a Blake. E, apesar do Aaron ser melhor que o Dan, ele também não agrada.

Mas, como GG sempre trás uma bomba, mesmo em um episódio bem fraco, a última frase da Lily – Bart se envolveu em um acidente! -, me faz esperar ansiosamente pelo próximo episódio, que eu acho que só será em janeiro.

  1. 7 dezembro, 2008 às 10:03 am

    Pois é Maurício, aparentemente esse episódio não serviu para nada mesmo, além da overdose de Summer Glau. Aliás, é impressão minha ou ela está mais bonita a cada episódio? Sei lá, achava ela feia no começo da série e agora não acho mais…

    Outra coisa importante é essa tentativa de assassinato do Presidente, em 2010. Ela não foi bem explicada e acho que voltaremos a ver alguma coisa sobre isso.

    abraço

  2. thinkculture
    7 dezembro, 2008 às 12:05 pm

    Num sei porque mas esse episódio de Gossip Girl achei o pior da temporada. Muito chata a traminha entre Jenny e Vanessa.

  3. 7 dezembro, 2008 às 2:19 pm

    Pois é, Maurício. Também amo de paixão Kelly Rutherford, adoro a Lily, gosto dela com Rufus, mas já ficou mais que chato. É muita enrolação para o meu gosto. O romance deles é o mais bonitinho da série, e até isso os roteiristas estão conseguindo arruinar. E Nate e Vanessa juntos, está tão cosntrangedor, que prefiro nem comentar.

  4. Lucas Santtos
    8 dezembro, 2008 às 7:57 am

    Cara to super atrasado em Private, acho que vi o quarto episódio e depoiis mais nadaaa. to tentando colocar as coisas em dia agora nas férias, mas com toda essa coisa de final de ano ta dificilll!

  5. 8 dezembro, 2008 às 11:11 am

    Jura eu o proximo só em janeiro!? Ah nao! Abstinência de GG agora! Mas enfim, adorei esse episódio, me mantive longe de spoilers e só agora soube quem morre, alias, eu acho né.. vai ser o que acontece. Mas prefiro assim, não sou fã de spoilers. E GG até quando é fraca eu adoro, não consigo nao gostar da série. Mas o Aaron é um chatão hein? Mesmo não gostando do Dan, prefiro ele ao Aaron.

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