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A volta dos que não foram.

Desperate Housewives: 4×14 – Opening Doors

Bob? Lee? Kayla? Karl? Isso diz alguma coisa para vocês? Para mim sim, alguns dos personagens sumidos de “Desperate Housewives”, parece que todos eles resolveram dar às caras neste episódio e ainda trouxeram uma nova personagem. Só faltou Paul Young aparecer por Wisteria Lane…

Após no mínimo quatro episódios sem nem aparecerem em Fairview, Bob e Lee resolveram dar o ar de suas graças neste episódio e junto com eles, uma nova personagem veio a tona e com ela um novo mini-mistério.

Tudo começou quando Gabrielle Solis, resolveu alugar um dos quartos de sua casa para ajudar nas contas, eis que aparece Ellie (Justine Bateman), uma mulher disposta a ficar com o quarto e ainda pagar adiantado, o trato é feito na hora. Gaby começa a perceber uma movimentação estranha em sua casa, muitos homens começam entrar e sair do quarto da nova inquilina.

Então, Gaby começa a suspeitar que a Ellie é uma garota de programa, e vai pedir a ajuda do Bob e do Lee para descobrir a verdade. Ela pede para um deles ir pedir os “serviços” da suposta garota de programa, com uma discussão para saber qual dos dois é mais hetero, Lee, acaba indo ao trabalho de campo, mas acaba apanhando da Ellie, que se diz muito ofendida. Após isso a senhora Solis começa a falar o que pensava, isso porque ela foi forçada pelo Bob, ela diz que achava que a Ellie era a nova Maisy Gibbons de Wisteria Lane e que estava arrependida. Então ela conta que ela só é uma tatuadora, que faz tatuagens em casa para um dia abrir seu próprio estúdio. Pois é, essa resposta não colou, Ellie está mentindo e isso é provado com uma passagem de imagem em seu quarto, drogas, isso é o que Ellie esconde. Vamos esperar para ver o que a Gaby vai achar disso.

Se lembram da Kayla? A filha bastarda do Tom!? Então, ela voltou a aparecer e aprontar uma das suas, essa garotinha é idêntica a sua verdadeira mãe, tão perturbada e má igual à progenitora. Na postagem passada eu reclamei desfecho da história dos gêmeos da Lynette, mas eu estava enganado, até porque a história nem acabou. Não, eu não irei dizer que não foram eles que botaram fogo no Rick’s, porque foram eles, mas o plano foi criado pela Kayla, e a Lynette acaba descobrindo isso, a vai conversar com a garota para ver o que fazer com ela, nesta conversa a menina não mostra nenhum remorso e indiferente as conseqüências do incêndio. Preocupada Lynette a leva à um psicólogo com desculpa de ir à um médico qualquer, ao perceber onde estava, Kayla ameaça contar que foram os gêmeos que botaram fogo no restaurante para a policia, e a senhora Scavo se vê obrigada a recuar e voltar para casa. Kayla is bad!

Outro que ressurgiu das cinzas foi Karl, um dos meus personagens preferidos da segunda temporada da série, mas após isso ele sumiu. E ressurgiu neste episódio para atormentar a Susan. Ele voltou casado com uma mulher bonita, rica, bem sucedida… resumindo perfeita, isso fez a inveja da Susan disparar, já que o máximo que ela conseguiu foi um encanador, viciado em remédios prescritos. Mas, como sempre no final tudo se soluciona, o Karl e a Susan tem um momento de paz entre os dois e tudo fica bem.

A única personagem que não teve uma “fênix” nesse episódio foi a Bree, também ela nem teve um história tão grande. Após largar o Orson “à Edie dará”, ele começa a morar com a devoradora de homens, e a Edie começa a dar em cima dele, não porque ela quer, mas por despeito, já que a Bree falou que não queria ver os dois juntos. Os dois bêbados arriscam um beijo, mas naquele dia tudo parou por aí, mas em um outro dia, Bree sai a procurada do gato da Ida, e acaba indo parar no quintal da Edie, onde ela ouve os dois a risos e gargalhadas, e começa a suspeitar de algo. Viu Bree, ninguém mandou exigir muito do seu marido, ninguém se entregaria a polícia por amor… ninguém.

E, os Mayfair? As únicas perguntas que me restam sobre este caso são: “Por a Dylan perdeu a memória?” e, “De onde se originou aquela marca no chão?”. Finalmente a Katherine encontrou com seu ex-marido, em uma cena tensa a senhora Mayfair disse que já era a mesma, que não tinha mais medo dele, que ela não era aquele que ele batia, aquela que ele lambia o sangue com os dedos. Que coisa, não?! Dana foi ótima nesta cena e o mistério está perto do fim, só faltam as duas perguntas…

  1. Fábio Galdino
    12 maio, 2008 às 7:50 pm

    Velho, adoro o seu blog, mas pq de repente você está transcrevendo o episódia invés de comentá-lo?!

    Curtia muito mais quando você comentava e dava palpites e talz!

    Tipo, na boa, é pq as suas idéias são boas e talz!

    x)!

  2. 13 maio, 2008 às 10:10 am

    Final de temporadas chegando entao to achando que vou conseguir ver um pouco de DH, não garanto que verei tudo, ate pporque vou começar a ver tudoo de novO! mais acho que até a série voltar (acho que vai ser em setembro né?) dai quam sabe eu nao esteja menos atrasadpp!!!

    passa lah!

  3. 13 maio, 2008 às 11:34 am

    Fábio, obrigado primeiramente. E, não sei o que esta acontecendo, saiu assim (Já percebi isso também). Vou ver se consigo mudar na semana que vem, já que todos os post desta semana estão prontos.

  4. Zeus
    13 maio, 2008 às 4:31 pm

    Esse episódio comentado não é o “4×15 – Mother Said”, que passou essa semana, mas sim o “4×14 – Opening Doors”… Se não me engano…

  5. Hugo
    16 maio, 2008 às 5:59 pm

    adorei o review

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