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Posts Etiquetados ‘grey’s anatomy’

Grey’s Anatomy – 6×08: Invest in Love

8 Novembro, 2009 Maurício Deixe um comentário

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Quando a Dr. Arizona Robbins pós seus pés em Seattle pela primeira mostrou-se encantadora, Jessica Capshaw caminhou muito bem com sua personagem e menos de vinte episódios após sua entrada para a série, chega a hora do seu verdadeiro show. Shonda Rhimes brilhantemente apresentou essa semana: Robbins’ Anatomy. Read more…

Grey’s Anatomy – 6×07: Give Peace a Chance

31 Outubro, 2009 Maurício 1 comentário

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Grey’s Anatomy… Stevens’ Anatomy…  Shepherd’s Anatomy. Atos desesperados exigem medidas desesperadas e essas medidas que por enquanto estão dando certo. Read more…

Grey’s Anatomy – 6×06: I Saw What I Saw

25 Outubro, 2009 Maurício 4 comentários

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Grey’s Anatomy mudou sua fórmula neste episódio, poderia ser um erro, poderia dar tudo errado, mas esse foi um dos maiores acertos de Shonda Rhimes e que ainda por cima rendeu um dos melhores episódios da série.

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Grey’s Anatomy – 6×05: Invasion

17 Outubro, 2009 Maurício 3 comentários

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Nessa fusão com o Mercy West as necessidades do hospital mudaram. Apesar do desempenho avaliado, as maiores considerações são as orçamentárias. Não há mais espaço na equipe…

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Grey’s Anatomy – 6×04: Tainted Obligation

11 Outubro, 2009 Maurício 4 comentários

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“Tainted Obligation” pode não ter sido tão bom quanto o episódio passado, mas com tramas bem amarradas preparou perfeitamente o terreno para os próximos acontecimentos e de quebra, com um resultado bem satisfatório. Read more…

Grey’s Anatomy – 6×03: I Always Feel Like Somebody’s Watchin’ Me

4 Outubro, 2009 Maurício 5 comentários

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Eu não sinto falta alguma de George O’Malley e simplesmente amei “I Always Feel Like Somebody’s Watchin’ Me”. Grey’s Anatomy é Grey’s Anatomy e atualmente até quando a série erra, acabo considerando com um acerto, mesmo que realmente não tenho havido erro.

Primeiro de tudo: Quem disse que o episódio passado, a premiere de temporada, seria um tributo do George O’Malley? Não foi e nem era para ser. Eu não senti falta de lamentações em menção ao personagem, aliás, nas últimas vezes que lamentações assim foram feitas a crítica caiu em cima da série ou vão me dizer que ninguém se lembra de Denny Duquette quando ele ainda não era um câncer?

Mas, mesmo assim, Izzie Stevens lembrou do seu companheiro neste episódio. Foi rápido, o que era preciso, George foi uma etapa de Grey’s Anatomy, mas chegou ao fim e aposto que ninguém iria quer ver uma temporada inteira de lamurias a uma personagem que já se foi. Até, como eu disse, George foi uma etapa, uma fase e neste episódio nós já conseguimos ver que novas fases virão.

Grey’s Anatomy é outra. Está mais madura. Os personagens da primeira temporada há tempos não são mais os mesmos e para fechar com chave de ouro e começar “essa nova etapa”, uma próxima fase de Grey’s Anatomy, nós teremos Lexie Grey’s Anatomy muito em breve.

Como comentaram comigo, Lexie estava insuportavelmente agradável no episódio. Eu poderia passar os quarenta e poucos minutos assistindo um monólogo da personagem que não ligaria. E quem não gosta da Little Grey é bom se adaptar, por logo em breve será ela quem honrará o nome da série.

Até Izzie que é a Izzie não é mais a mesma. Sim, eu simplesmente venero Katherine Heigl como atriz, como pessoa não, mas enfim, como atriz ela é brilhante. Mas essa situação pós-câncer que a personagem se encontra é so Desperate Housewives, até tivemos as mesmas situações que Felicity Huffman viveu na 4ª temporada da série. A única diferença é que Desperate Housewives é uma comédia e Grey’s Anatomy é um drama, o roteiro da série não poderá passar muito tempo arrumando a peruca da Izzie, porque ficará bem estranho.

Justin Chambers a quem rasguei elogios na temporada passada, começa a ficar chatinho. Sim, ele e Izzie ainda são o casal vinte de Grey’s Anatomy. Os dois são fofos e tudo mais. Mas, quero história! Karev por mais que ame Stevens, não é a sua sombra. Fora que as atitudes tomadas, por mais que Karev tenha mudado ao longo das temporadas, não são do personagem. Karev é do tipo que ama, não que sufoca.

Enquanto isso, Sadra Oh simplesmente arrasava. Está ai a diferença de como usar a comédia em uma série de drama. Christina trabalhando na pediatria convence e muito bem a propósito. As situações não foram forçadas e muito menos clichê. E com Sandra, me desculpe Katherine Heigl, qualquer coisa é válida.

Mas, algo está errado, não? Christina na pediatria? Pois é, esse foi um dos reflexos da fusão Mercy West/Seattle Grace Hospital. Os médicos novos que eu havia suposto ainda não apareceram, mas o Chief Richard começou a fazer seus cortes e com isso todos os médicos tomaram medidas desesperadas. Christina na pediatria como exemplo. Ou Izzie em pé por cinco horas fazendo uma cirurgia. Ou ainda Lexie em pânico, como medo de ser cortada e não ter outra chance. Ou, Sloan falando que nada aconteceria com ele, porque claramente ele é o melhor.

Quem rodou, dos personagens conhecidos, nessa primeira lista foi a Olivia, aquela enfermeira das primeiras temporadas que transava com o George e com o Karev ao mesmo tempo e acabou contaminando com O’Malley com alguma DST. Ela voltou exclusivamente para ser demitida.

Contudo nos próximos episódios o bicho deve pegar, virão nos listas. E eu irei amar se alguém da turma de Meredith ou da turma de Derek for mandando embora. Seria uma reviravolta e tanto.

Os casos médicos mais uma vez foram bons. O braço cortado pelo cordão umbilical que a Dra. Arizona e o Dr. Sloan operaram foi simplesmente de arrepiar e claro, ainda tivemos que aguentar o veneninho do Mark para cima da Christina que disse que ele poderia ser demitido, mas, Sloan soltou um: “É por isso que meu emprego está salvo, Dra. Yang. Eu reato braços de bebês”.

E ainda tivemos Bailey e Lexie com uma mãe e a cirurgia que salvaria sua vida e o filho, esquizofrênico pensando que colocariam câmeras em sua barriga, já que ele também precisa de uma cirurgia. O caso foi a metáfora do episódio, já que os médicos de SGH também estava paranóicos.

Paranóicos em serem mandando embora, de por estarem em recuperação não serem mais necessários, de por não serem mais os queridinhos serem os primeiros da lista, de por não serem tão bons e não existir alguém pior. Essa é Grey’s Anatomy.

O episódio termina da melhor forma possível, todos juntos jogando baseball. Todos com medo, paranoicos, mas fugindo de tudo e tentando parar de pensar.

Grey’s Anatomy – 6×01/02: Good Mourning/Goodbye

26 Setembro, 2009 Maurício 5 comentários

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Eu não se para você, mas para mim, esse foi o retorno mais aguardado da temporada. Quem morreu? Quem viveu? Como tudo ficaria após a morte? A season premiere de Grey’s Anatomy respondeu essas e outras questões deixadas para trás e apresentou storylines sólidas como nunca se viu antes.

Antes de tudo, eu sou contra qualquer episódio duplo, seja season finale, season premiere ou até no meio da temporada. Não importa como, eles não funcionam. Ainda Grey’s Anatomy não se saiu tão mal quanto em um passado não tão distante, a season premiere da temporada passada, mas se tivesse sido apenas um episódio, as coisas poderiam ter sido um pouco melhores. Mas, enfim, broncas de lado…

Como não foi mistério para ninguém, George O’Malley morreu, isso foi escancarado há tempos, só nos restava uma confirmação e como é rotineiro com Shonda Rhimes, ela até tentou brincar com os telespectadores, mas a Lexie não convenceu que o George não era o John Doe por causa do tamanho do seu pé, na verdade isso até fez com que o ritmo do episódio se perdesse um pouco, porque ver as lamurias de todo mundo sem esse sopro de esperança teria sido muito melhor.

Esses dois primeiros episódios tentaram mostrar os “cinco estágios do luto” e foi brilhante; Todos os personagens conseguiram mostrar ainda mais das suas características marcantes, desde o sangue latino da Callie até a frieza oriental da Cristina. Realmente funcionou bem e todos surpreenderam.

Sara Ramirez foi presenteada pelos roteiristas na primeira parte do episódio ou no primeiro episódio, como preferirem. A personagem estava ótima lidando com a dor da perda de um ente querido e pedindo a ajuda de Izzie para decidir sobre o “doar ou não doar” os órgãos do ex-marido, porque apesar de Torres ser a ex-mulher do personagem, sempre foi Izzie “a pessoa” de George.

A storyline de Torres continuou ganhando novas vertentes, a briga com o chefe e a ida para o Mercy West não poderia ter sido mais OMFG e esse teria sido o auge das novidades senão fosse pelo anuncio do próprio chefe nos últimos instantes de episódio.

Enquanto a vida de Torres mudava em trinta e poucos dias, já que foi essa a proposta do episódio, mostrar dia-a-dia o pós –perda de um ente querido, Meredith e os demais médicos também aprendiam a lidar com a dor e cada um apresentava um estágio do luto.

Yang como sempre foi a sem emoções. Little Grey sentiu culpa. Meredith não aceitava. Bailey se auto-torturava. Richard sentia-se de mãos atadas. E Izzie mostrou-se forte e até riu. O modo como todos um lidaram com a dor, como eu já disse, foi brilhante. Tirando Callie que já foi comentada, merecem destaque o modo que como Meredith e Cristina trataram a dor.

Mer reprimiu seus sentimentos com o sexo e quando aceitou foi tenso, triste, dramático… a personagem caiu no choro para honrar a perda do seu melhor amigo. Já Cristina, como sempre, foi fria, mas estava acima de tudo extremamente estúpida, insensível, nem Izzie ela perdoou, a rinha entre ela e Bailey foi histórica, mas quando caiu a ficha para a personagem, após transar com Hunt, Sandra Oh roubou a cena. Uma frase fez com que a participação da personagem no episódio valesse ainda mais a pena: “George O’Malley está morto.” – e xeque mate, ninguém, bateu a atuação de Oh, nem mesmo Ramirez.

Enquanto os médicos lidavam com tudo, ainda teve o retorno de Amanda, a mulher por quem George deu sua vida. E como Izzie disse, era incrível ver o tanto que a personagem chorava no enterro sem mesmo ter grandes laços com O’Malley. Mas é aceitável, afinal, se não fosse ele, seria ela no caixão e senão fosse por ela, ele estaria vivo. Dor compreensível. Mas como Stevens disse para a personagem de Shannon Lucio, a vida continua e George não deu a sua para que ela passasse o tempo todo se lamentando.

Apesar de George ser o morto, todas as atenções estavam mesmo voltadas para Izzie Stevens. Mas surpreendentemente a personagem, como já deu para perceber, não foi o destaque principal. Sim, Izzie teve sua storyline, enfrentou sua primeira “crise” de casada com seu marido, Karev. Mas seu retorno dos mortos foi bem abaixo do esperado. Talvez seja Shonda Rhimes querendo fazer a personagem cair no esquecimento, igual fez com o personagem de George na temporada passada, porque ficou claro com esse episódio, que Grey’s Anatomy, não é Stevens’ Anatomy de jeito nenhum.

Além das lamentações do episódio tivemos os casos médicos e um deles em especial levantou uma ótima questão que eu sempre achei necessária na série. Já que o que vale viver uma vida totalmente incapacitado? É claro que vale, vida é vida, mas não é todo mundo que aceita muito bem mutilações e bolsas de fezes, a vida tem um preço e pela primeira vez, Grey’s Anatomy bateu nesta tecla.

E já no último minuto do episódio, Chief Webber solta uma bomba no seu hospital. O médico que quase perdeu a diretoria para o Dr. Shepherd, anunciou a fusão entre Seattle Grace Hospital e Mercy West, pois é, o mesmo hospital que a Callie foi trabalhar. O que esperar disso? Sinceramente eu não sei. Provavelmente, muitos novos médicos, mas nós sabemos que Shonda Rhimes é melhor que somente isso.

Rhimes mais um vez surpreendeu com sua premiere. Poderia ter sido melhor? Poderia. Mas o resultado foi bom. Tudo correu bem e como eu disse lá em cima, as tramas apresentadas foram sólias. Há tempos  Grey’s Anatomy não começava tão promissora.