Glee & Season Finales
Glee: Pilot (1×01)

Sem compromisso, esse é o termo que resumiria Glee a nova série de Ryan Murphy (Nip/Tuck e Popular), foi o que ele fez perfeitamente neste piloto.
O grande atrativo da série é a parte musical e isso ela faz muito bem. “Rehab” da tresloucada Amy Winehouse e a clássica “Don’t Stop Believin’” são as músicas que mais marcam no piloto e em reflexo a isso, no iTunes, apesar da audiência de Glee nem ter sido das melhores e mais animadoras – 10.74 milhões, após um season finale de American Idol – mas com a dinheirama e o status conseguido com os downloads das músicas já são um grande motivo para levar a Fox investir na série.
Glee conta a história de um professor de espanhol, que em um dia, do nada (talvez no meio de uma crise de identidade) resolve assumir o glee (grupo de jovens do coral) do colégio, com isso nos ficamos conhecendo os demais personagens e também vemos como Ryan Murphy é bom em aproveitar clichês e esteriótipos sem deixá-los ainda mais bregas.
Rachel Berry é a típica mocinha, a protagonista da ala teen, só que desta vez não é tão boazinha e muito menos boba, Rachel é sua própria vilã, é ela quem traça seu próprio caminho e isso é ótimo, já que Serenas e Marissas já deram o que tinham que dar. Os outros personagens são a negra a lá Kelly Rolland, mas que sonha em ser um Beyoncé. A oriental gaga que faz parte de um coral (?). O garoto da cadeira de rodas que sempre fica como centro das apresentações e estorvo. O garoto gay ligado a musicais, moda e todos os clichês gays existentes. Além do mocinho teen, jogador de futebol que namora a garota mais pura do colégio. E claro, o grande “bem feitor” do Glee Club, o professor de espanhol que sonha em reviver seus tempos áureos e ao mesmo tempo fazer algum bom aos seus alunos.
E com todos esses clichês não dá para entender como Ryan Murphy não errou. Tudo bem que o preview do piloto não foi brilhante e está longe de figurar entre os melhores pilotos já visto, mas mesmo assim Glee é boa, extremamente promissora e como já virou clichê entre os blogueiros, não nos deixa parar de acreditar!
Gossip Girl: The Goodbye Gossip Girl (2×25)

Gossip Girl sempre foi fraquinha, mas já até chegou a me enganar por alguns episódios desta temporada, até chegou a parecer promissora, mas parando para olhar e observando todo o histórico da série, Gossip Girl não passa de mais um péssimo produto, que só encontra espaço na grande da CW.
Os últimos episódios desta temporada foram lastimáveis, foi visível a tentativa de criar algo grande, um bang para a série, mas ela não conseguiu, contudo isso não foi nenhuma grande surpresa já que na temporada passada a série não conseguiu deixar nenhum gancho descente para esta temporada, nesta eles até melhoraram, criaram algo em cima do filho do Rufus com a Lily, também com a Georgina dividindo o quarto com a Blair, mas e o que mais? É difícil achar algo mais animador. E como pode ser percebido pelo histórico de GG, essa trama do filho bastardo não passará de um burburinho e logo ele pegará a Blair, ou a Vanessa, ou a Dorota… (sei lá, quem sabe até onde eles conseguirão apelar). E sobre a Georgina, bem, eu leio spoilers! Sorry!
Se eu voltarei para assistir a próxima temporada de Gossip Girl, só Deus e as novas séries teens sabem, ainda é cedo para afirmar, mas uma coisa é fato, vontade de abandonar a série não me falta.
Brothers & Sisters: México (3×24)

Fiz maratonas e maratonas de Brothers & Sisters e tudo para chegar ao episódio 3×23 e ver a série decair de forma horrenda e apresentar, lastimavelmente, a pior season finale da produção e de tão fraca figura na minha lista de piores episódios de Brothers & Sisters.
A season finale de Brothers & Sisters só valeu por dois momentos, Norah Walker chegando ao México com aquele clima de filmes de faroeste e também o jantar em silêncio e com direito a mímica dos Walker, pois de resto, foi péssimo.
Thommy sempre foi o pior irmão Walker, tanto quando sua trama, mas também quando ao ator que o interpreta, enfim, uma sequência de erros que contribuíram para o episódio centrado nele – esta season finale – ser ridícula. Mas, os roteiristas não erram somente nisto. Foi triste ao ver naquele momento musical todos os personagens da série tendo seus momentos clímax e Sarah Walker, interpretada pela maravilhosa Rachel Griffiths sentada na beira de um lago com os pés na água, a personagem tanto quanto a atriz não mereciam ter passado por isso, pois Sarah Walker passou praticamente toda a temporada sem uma storyline, passou toda a temporada como neste episódio, com os pés na água. Os demais personagens também não apresentaram nada demais, Rebecca irá casar-se com o Justin, ou pelos menos é o que eles pretendem. Kitty resolveu lutar pelo Robert. Saul ajudou indiretamente a morte da mãe do Ryan. E Kevin… Alguém me diz o que aconteceu com o Kevin!






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