Desperate Housewives: Marry Me a Little (5×22)

Após a fatídica morte de Edie Britt, Desperate Housewives conseguiu manter-se em num bom nível de satisfação, no qual sempre algumas histórias agradam e o roteiro é bem divertido. E, este foi mais deste estilo, um típico episódio pós-morte de Edie Britt.

A única storyline perdida foi da Eva Longoria, a atriz estava bem, mas o roteiro não ajudou, até houve que momento emocionante, mas a trama foi totalmente descartável, claro, a não ser que resolvam deixar a personagem pobre novamente, mas se isso acontecer aguardem minhas críticas! Contudo nessa storyline um ponto ainda agrada: a interação de Eva Longoria com Madison De La Garza (Juanita), elas são muito boas juntas e rendem ótimos momentos, prova disso é este episódio e o episódio anterior, onde as duas estavam ótimas.

Seguindo por ordem de predileção agora vem a storyline de Susan Mayer que apesar de boa é inferior as demais, pois a trama de Susan não nos levará a lugar algum também, diferente da trama da Bree ou Lynette. Jackson foi deportado e eu sinto em dizer que já vai tarde! Marc Cherry disse que o personagem só ficaria se ele realmente agradasse, mas isso realmente não aconteceu, Desperate Housewives perdeu a mão para fazer personagens masculinos bons, nem me recordo quem foi o último, só sei que não foi um namorado da Susan, disso eu tenho certeza. Mas enfim, Jackson foi deportado no momento em que iria se casar com a Sra. Mayer e isso graças ao Dave, que ao invés de matar o personagem resolveu mandá-lo de volta para o Canadá e duvido que ele volte, além do mais agora o grande alvo do Dave torna-se novamente o filho de Susan, MJ e depois de tanto lenga-lenga posso dizer seguramente que é só esperar para ver.

Quem esteve envolvido diretamente na storyline da Susan foram Katherine e Mike, os dois andaram meio inúteis e só flertavam entre sí nos últimos episódios, mas neste episódio eles tiveram um pouco mais de ação. Foi bom ver a Katherine toda manipuladora, afinal essa foi sua apresentação à série assim, uma Bree 2.0, mas ainda assim me pergunto: Porque não mataram a Katherine ao invés da Edie? Dana Delany é ótima, mas era a Edie quem fazia personagens chatos como o Mike ou a Susan rederem e esse relacionamento da Kathy com o Mike já deu o que tinha de dar e duvido que produza algo bom.

Agora quem realmente agradou foi a Bree, ela que andou por alguns episódio sem apresentar nada de interessante, enfim ganhou um bom roteiro. O entrosamento de Marcia Cross e Richard Burgi é invejável, me fez lembrar os bons tempos de DH onde sempre havia uma marido fodão, espero que haja uma aproximação dos dois personagem e que o Orson suma da série, pois apesar da sua última cena do personagem ter sido boa, não consigo mais o suportar. E além do mais se todas as cenas entre Bree e Karl forem iguais as desse episódio (principalmente a primeira) eu não preciso de mais nada!

Por fim ainda tivemos a trama da Lynette que apesar de ser pobre teve a boa atuação de Felicity Huffman. Nessa storyline é possível ver mais um caso de marido que foi estragado, pois assim como o Mike e o Orson, o Tom tornou-se insuportável! Será que aquela troca de casais que estava sendo proposta ainda está de pé?

Enfim, este foi o penúltimo episódio da temporada da 5ª temporada de Desperate Housewives, satisfatório e ponto. Agora só nos resta esperar pela season finale dupla e como andei lendo alguns spoiler, ela pelo menos promete ser realmente boa.

  1. Amanda
    14 Maio, 2009 às 3:01 pm | #1

    Adorei tbm o entrosamento da Marcia Cross e Richard Burgi. Estou rezando p/ q o Marc Cherry ñ faça dele seja mais um ‘marido estragado’. Odeio qdo ele faz isso. Tbm odeio a falta de atenção do Cherry c/ a personagem da Felicity. Nesta 5ª temporada, os storylines dela foram fraquíssimos. É revoltante ver uma atriz brilhante como ela ser tão mal aproveitada assim!!!

  2. 14 Maio, 2009 às 7:52 pm | #2

    Ainda tenho saudades das boas e velhas Bree e Lynette, mesmo com a sobrevida na trama de Bree ainda se encontra longe de seu auge, os roteiros tem que melhorar e muito, tenho saudade daquela Bree controladora e aquela Lynette guerreira e batalhadora…
    Por isso digo mesmo que a storyline de Gaby esteja perdida ela ainda consegue ser a personagem que mais me agrada nesta temporada, suas cenas com sua filha Juanita sao as melhores.

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