Swingtown: 1×01 – The Pilot.
Me perguntem o que me fez assistir o piloto de Swingtown? Bem, honestamente para mim foi a promessa de sexo, já que a série prometia ser uma espécie de Skins de adultos ou Desperate Housewives nos anos 70 e com muito sexo. E, não pensei que eu sou um depravado por esse parágrafo, já que a série prometia isso, o sexo era sua maior premissa. Porém, o que eu acabei vendo foram somente duas insinuações de sexo, a primeira logo na primeira cena da série e a segunda em uma tentativa de representar uma orgia.
Mas, essa coisa de não ter sexo até que não foi tão desagradante, a série teve alguns outros atrativos. A trilha sonora da série é ótima, recria toda aquela época da brilhantina. O elenco é muito bom, apesar de eu não conhecer nenhum dos atores principais. E, ainda tem alguma coisa de mistério na série. O que será que acontece na da casa ao lado da dos Miller?
Outras histórias paralelas que me chamaram a atenção na série, foram, primeiro: A filha dos Miller e sua atração pelo seu professor (Que é a cara do Chuck de Chuck), é isso até que é muito clichês, mas que não resiste a um? E, também, uma coisa que me pareceu bem diferente e nenhum pouco clichê. Eu tive a nítida impressão de uma insinuação de que os dois garotinhos da série, o filho dos Miller e o do casal que não tem a “mente aberta” (Não consegui guardar os nomes), podem ser gays. Vamos ver no que essa última história vai dar, vale lembrar que a série está sendo exibida em um canal aberto.
Fora isso não tem muito o que comentar, já que o roteiro não é bom. Putz… Quem assistiu passou o episódio inteiro na expectativa do troca-troca de casais, entre os novatos Miller e os já diplomados na matéria swing, Decker.
E, não posso esquecer, Lana Parrilla estava ótima, foi a melhor do elenco.
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