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Archive for Abril, 2008

Final de semana em série.

29 Abril, 2008 Maurício 4 comentários

Já que a “IsFree” saiu do ar novamente, a “IsLifeCorp” passou todo o final de semana congestionado, o “MegaUpload” e “SendSpace” acabaram excluindo todos os links de downloads de série, esse final de semana acabou não rendendo muito, acabei só assistindo “Desperate Housewives”, “Gossip Girl”, “The Secret Diary of a Call Girl”, “Lost” e “30 Rock”. E, ainda por cima esqueci de “Samantha Who?”.

“Gossip Girl” e “Desperate Housewives” já ganharam seus review, “The Secrety Diary of a Call Girl” irá ganhar um review quando eu assisti mais episódios, só comento uma coisa, neste segundo episódio a série foi muito bem. E, “Lost” e “30 Rock” irão ganhar alguns breves comentários agora.

30 ROCK: 1×13 à 1×17.

Tive a impressão de ter assistido bem mais episódios, não que os episódio tenham sido cansativos ou sem-graças, só deu a impressão de eu ter passado horas na frente do computador.

Se tem uma coisa que eu gosto em “30 Rock”, é essa coisa da série fazer referências ao “mundo real” e também a outras série, como a Liz perguntar para um de seus pretendentes o que ele está achando de “Lost” ou discutir com a Jenna sobre a Hillary e o Obama.

A série está tomando um rumo legal, todas as autuações são excelente e o roteiro é ótimo. Espero que na semana quem vem eu faça um post sobre o fim da primeira temporada, e comece logo a segunda, estou ansioso para ver a participação da Elaine Stritch no último episódio da temporada, quero ver como essa mulher conseguiu “roubar” o Emmy da Dixie Carter (Desperate Housewives).

Lost: 1×14 à 1×16

Acabei assistindo só três episódio de “Lost” e olha que para isso eu nem tenho desculpas, já que eu não dependo da internet para assistir a série.

Percebi que em todos episódios que o Saywer ganha um pouco mais de destaque, o episódio acaba se tornando um dos melhores, não sei porque mas ele conseguiu me conquistar. Já o Locke eu acabo não o entendo, tem horas que ela me faz sentir medo dele, outras medo e algumas vez ele me faz o ver como “o cara” da ilha, um personagem bem atormentador.

Ainda não consegui gostar do Michael, ele é do tipo de personagem que não me conquista. E por falar nele, teve um hora que achei que estava assistindo “Heroes”, o que é aquela história do filho dele, o Walt, ter poderes psíquicos?

Ainda tem o Boonie, no começo eu até gostava dele, mas ele acabou ficando bem chato com essa sua aproximação com o Locke, mas pelo que eu sei logo ela sai da série, então, não tem porque perder tempo implicando com o personagem.

Bem, pelos meus cálculos, só irei acabar a temporada de Lost daqui há duas semanas… É, mas quinta também vai ser feriado, então vou ver se consigo recuperar o tempo que perdi neste final de semana.

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O sentimento de culpa…

28 Abril, 2008 Maurício 3 comentários

Desperate Housewives: 4×12 – In Buddy’s Eyes

Na brilhante primeira temporada de “Desperate Housewives” existiu um episódio chamado “Guilty”, na tradução literal para o português significaria “Culpado(s)”, e essa palavra também poderia ser usada como o nome deste episódio. Episódio em que praticamente todos os personagens sentiram-se culpados, e mostraram seus sentimentos de culpa.

O primeiro culpado do episódio foi Orson, o dentista marido da Bree, ele se sentiu assim por um erro cometido lá na segunda temporada, para ser mais preciso na season finale da segunda temporada, onde ele, Orson, atropela o marido da Susan, Mike. Quando um pessoa sente-se muito culpada o melhor a fazer é desabafar, e foi isso que o Orson fez, desabafou, mas involuntariamente. Ele acabou contando o crucial em uma crise de sonambulismo para a Julie, agora vamos ver com a enteado do Mike vai lidar com esse segredo.

Outra pessoa que se sentiu culpada foi Bree Hodge, a ruiva sentiu-se culpada após envenenar sua rival (pelo menos para ela) Katherine. Desesperada ao ver que tudo tinha saído do controle e que ela não estava mais no poder, Bree, acabou dando propositalmente um prato de comida azedo para Katherine experimentar e também reclamou, xingou e desejou o mal da senhora Mayfair. Só que a Bree viu que as intenções da Katherine ao assumir o poder do evento era boas, já que ela, Bree, não poderia entregar um prêmio para ela mesma, então, o sentimento de culpa tomou conta dela.

Tom Scavo, esse talvez seja o maior culpado, isso porque ele ainda não arrependeu-se de seus erros. Lembram-se do Rick? Aquele cozinheiro que mexeu as emoções da Lynette na terceira temporada? Então, HE IS BACK! E de volta ela trouxe consigo, toda a insegurança do Tom Scavo, insegurança que fez o Tom tomar medidas drásticas, como, botar fogo no restaurante Rick’s, o restaurante que seu ex-cozinheiro abriu.

Muitos culpados neste episódio, não? E não parou por ai, ainda tivemos uma ensaiada de culpada com a Gaby, mas que ela acabou transformando em um discurso dramático de como é difícil ter um marido cego, e ter que ser inteiramente responsável por ele.

Porém, o episódio não foi só culpa. E, sim! Tivemos ótimas cenas de comédia, com pérolas gigantescas das personagens de “Desperate Housewives”.

Como com a Gaby em uma cena no estacionamento de um loja de departamentos, como seu carro estacionado em uma vaga para deficientes e brigando com dois cadeirantes. Quando ela começar a dizer: “Não se faça de vítima comigo, tenho que andar o dia inteiro de salto. E, você só precisa sentar em uma cadeira e girar” ou “Está rolando um Teleton por aqui” e, por fim ela conclui “Bem, é oficial, vou para o inferno”

Ainda tivemos a Katherine provocando a Bree, pode até ter sido inconscientemente, mas a Bree se sentiu ofendida com essa frase: “Olha para você! Pronunciando certo pela primeira vez (a palavra lisiantus). Aprender não é divertido?”

E, por fim Lynette, quando uns policias aparecem na casa dela e dizem que estava investigando um incidente de vandalismo, a ela não pensa duas vezes e diz: “- Vandalismo! Porter! Preston! Venham até aqui”. Só que desta vez os gêmeos era inocentes, os policias estavam mesmo atrás do Tom.

Como podem ver por essa resenha, mas um brilhante episódio de “Desperate Housewives”, talvez até um dos melhor da temporada, e com direito a atuação brilhante da Dana Delany, quero ver essa mulher não concorrer ao Emmy deste ano.

Guerra de egos entre “B” e “J”. E, quem é “G”?

26 Abril, 2008 Maurício 5 comentários

Gossip Girl: 1×14 – The Blair Bitch Project

XOXO, “Gossip Girl”. Se não fosse pelos últimos minutos deste episódio, não teria valido apena ouvir o “XOXO” inicial da blogueira “Gossip Girl”.

Primeiro episódio após a greve dos roteiristas, nele podemos ver a briga ou melhor a guerra travada em “B” e “J”, pelo trono do “Upper East Side”, e quem saiu bem nesta guerra foi a mais nova bitch televisiva, Jenny, que acabou usando táticas baixas para vencer a Blair, que por sua fez, pegou leve, mas tenho certeza que para a Blair a guerra só começou.

Mas, o que mais me chamou a atenção nesta guerra foi o caráter da Jenny, pois no caso dela, os meios não justificavam os fins, o duplo roubo do vestido e usar o Nate como barganha para voltar ao trono, foram atos desesperados, que mostram que a personagem pode ser tornar muito pior, até pior que a velha Serena, a Blair, e a “G” que está para chegar.

E falando em quem está para chegar, “G”, Georgina Sparks, uma ex-amiga de “S”, que resolveu voltar e anunciar a sua volta de uma maneira bem estranha, mandando alguns “presentinhos” para a “S”, como: Um kit erótico com direito a algemas, várias caixas de champanhe na escola e até cocaina por carta. Tudo isso inicialmente sem o remete, fazendo toda a culpa recair sobre o Chuck, que acabou sendo expulso de casa por seu pai. “S” só foi descobri que a “G” que estava mandando os presentes após receber um bilhete dela mesma anunciando sua volta. E o que Serena fez? Foi correndo pedir ajuda do Chuck.

Quem é Georgina Sparks? Porque ela foi embora? Por que ela mexe tanto com a “S”? Por que a Serena foi recorrer justo ao Chuck? E, por fim, se ela é tão marcante e mexeu com todos, porque ela nunca tinha sido citada?

Para mim está obvio que o Chuck, Serena e Georgina compartilham algum segredo macabro, e que esse segredo fez com que ela fosse embora, talvez junto com a “S”.

Gossip Girl, comete-me mais!

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Secret Diary of a Call Girl

24 Abril, 2008 Maurício 10 comentários

Secret Diary of a Call Girl: 1×01 – Pilot.

Adoro assistir série novas, adoro conhecer novos personagens, ver suas histórias e o que eles tem a me apresentar. Quem acompanha meus posts vê que eu sempre assistido série novas, diferentes, que eu acabo gostando, mas nem quase sempre acompanhando.

Hoje, conheci Hannah, ou talvez Belle, quem ela é na verdade? Isso não importa, não importa para mim, e nem para seus clientes, só importa que ela nos satisfaz, a seus clientes com o sexo e a mim com sua história.

“Secret Diary of a Call Girl”, conta a história de uma prostituta, mas não aquele tipo de prostituta sofredora, como aquela que se prostitui pela sua família, para dar uma condição melhor a eles, ou aquela traumatizada, que vê isso como a única escolha de vida, ou ainda, a drogada que faz isso para sustentar seu vício, Hannah/Belle faz isso porque gosta, porque ama dinheiro e gosta de sexo, ela resolveu conciliar as suas duas paixões, e virou uma “puta de luxo”, como ela mesmo gosta de dizer.

Quem pensar que a série é aquela coisa vulgar, onde só tem cenas de sexo, e que foi especialmente feita para o publico masculino ter a algo para assistir. Está enganado, não redondamente, mas enganado, a série mostra de uma maneira normal, sem abusar das cenas de sexo, a vida de um prostituta. É, não serão todos que irão gostar, mas, que a série é boa, ah… isso ela é.

Billi Piper, é quem dá a vida a Hannah/Belle e ao meu ver, ela foi muito bem, conseguiu passar tudo que tinha de ser passado, todas a cenas foram naturais, nada foi forçado.

Depois que assisti a premiere da série fiquei pensando pelas situação que a Hannah/Belle poderia passar na série, como se apaixonar por um cliente, enfrentar um cliente com um fetiche extremamente estranho (mais estranho que o da cela de cavalo), um querendo sexo sem camisinha, etc. Não duvido nada que essas minhas hipóteses irão acontecer.

Vou continuar acompanhando a série? “Oh…. Yes!” (trocadilho infame). Falando sério, pelo menos pretendo, vou fazer de tudo para acompanhar, pois a história é bem interessante e a série é bem do estilo que eu gosto, fala de tudo com a máxima naturalidade.

Andei assistindo…

22 Abril, 2008 Maurício 2 comentários

Final de semana e feriado bem na segunda, que maravilha! Conseguiu fazer milagre nesses três dias, acabei assistindo mais sete episódios da primeira temporada de “Lost”, do 1×06 – “House of the Rising Sun” à 1×13 – “Hearts and Minds”, quatro episódios de “30 Rock”, do 1×09 “The Baby Show” à 1×12 – “Black Tie”, além dos episódios já comentados de “Skins”, com sua fantástica season finale, “Desperate Housewives” com a volta após a greve, mais um episódio de “Samantha Who?”, e, ainda a premiere de “The Secret Diary of a Call Girl” que será comentada daqui há alguns dias, junto com “Samantha Who?”.

Então, vamos aproveitar o post para comentar 30 ROCK e LOST, já que eu estou bem atrasado em relação as duas, ainda mais LOST.

30 ROCK: Quatro episódios e muitas risadas, acabei conhecendo o “The Rrrr Jrrr” ou melhor o “The Rural Juror”, o filme estrelado pela Jenna, vi o Jack trocando de lugar com o Kenneth, a Jenna vivendo seu sonho de Cinderela, só que matando o príncipe, e, a Liz tendo um encontro e saindo com o Jack. Episódios legais, e com direito a participações da Whoopi Goldberg, que dispensa comentários, e do Peter Hermann, que estava (ou está) em “Cashmere Mafia”.

LOST: Cada episódio melhor, a série está cada vez mais eletrizante e me mantendo intrigado com a história . Vi os episódios centrados no Charlie, na Sun, no Boone (andei lendo um spoilers, coitado), mais um episódio centrado no Jack, e os dois melhores episódios até agora, o centrado no Sawyer e o do Sayid. Acho que no máximo mais duas semanas eu chego na segunda temporada. É… Recuperando o tempo perdido.

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Uma manhã de domingo.

21 Abril, 2008 Maurício 2 comentários

Desperate Housewives: 4×11 – Sunday

A minha manhã de domingo é assim: Acordo umas três horas mais tarde do que o convencional, fico um tempo pensando “Merda! Amanhã já é segunda”, depois venho e ligo meu notebook, fico nele o resto da manhã, como foi ontem. Mas, já em Wisteria Lane e em várias outras famílias “normais”, o domingo ou o “Sunday” de manhã é dia de missa, ir a igreja e redimir-se de seus pecados.

Em Wisteria Lane é assim, exceto por uma certa família pagã, que nas manhãs de domingo fica em casa descasando, igual a mim, são eles, os Scavos, mas, para Lynette chegou a hora de agradecer a Deus, afinal sobreviver a um câncer e um furacão é não para todos, mas, ela ainda tem uma missão, convencer a sua família, o que não foi muito difícil após um dos gêmeos dizer que Jesus era o cara que ajudava o Papai Noel.

Lynette acaba pedindo ajuda a sua amiga mais religiosa, a Bree, que acaba a levando a igreja presbiteriana, que ao meu ver é um igreja bem parecida com a católica, só que com membros mais fervorosos. Para a Bree, a Lynette acaba cometendo algumas gafes ao fazer perguntas ao pastor no meio do culto, mas, para o pastor a Lynette era a renovação, um novo cordeiro para seu rebanho, mas, aí já era tarde, pois, a Bree já tinha orientado a Lynette a ver novas igrejas, e foi isso que ela fez, ela foi a igreja católica, e com ela disse: “A única que não me culpa por ter tantos filhos”.

Parte religiosa de lado ainda temos, Edie, Gaby, Susan e os Mayfair para comentar, então, vamos a Edie e Gaby, que mais um vez se encontram.

“Você venceu”, essa foi a frase usada pela Edie para destilar seu veneno, como respostas a Gaby disse: “Eu não estava competindo”, mas a Edie não parou por aí, com todo a inveja e rancor ela disse a Gaby que o Carlos estava cego, e, permanentemente, não somente por três ou quatro meses como ele havia dito. Isso despertou uma raiva dentro da “baixinha”, e ela foi se vingar do “recém-ex-marido”, afinal ela tinha acabado de se “re-casar” com ele, só que essa vingança não era por ele estar cego, e sim por ele não ter dito a ela que estava assim, após a confissão do Carlos, a Gaby diz que o ama, que eles se casaram na saúde e na doença, e que ela não é tão fútil a ponto de largar do homem que ela ama só por ele estar cego.

Agora a Susan, para mim está sendo a melhor temporada da Teri Hatcher, a Susan deixou de ser aquela tonta-débil, e passou a ser a engraçadinha com um drama. As melhor cenas de comédia foram protagonizadas pela Teri, e nenhuma me lembrou a escracho, todas soaram naturais e foram engraçadíssimas, ainda mais agora com a presença do primo pedófilo dela, o Tim, que é interpretado pelo Luke de THE OC (Chris Carmack), e, por falar no Tim, aparentemente ele é um testemunha em tanto do caso Mayfair, também por falar nos Mayfair, quem poderia esperar que a Katherine, teria um caso com o Tim, e tudo flagrado pela Susan, com direito a essas frases: “E, a propósito, seu peito está de fora!”, “Oh, pelo amor de Deus, Tim! Cubra isso!” e “Se alguém precisar de mim, estarei no shopping comprando lençóis!”

E, por fim, o caso Mayfair, pelo que pude-mos ver neste episódio, a Katherine matou sim seu primeiro marido, e isso foi o que originou aquela marca no chão que nós vimos nos primeiros episódios da temporada, e como eu disse, o Tim está bem envolvido nisso, já que ele foi a única testemunha do assassinato, mas, agora eu pergunto: Por que ele não denunciou nada? Por que ele ficou calado todos esse anos? Ah, Tim, parece que você sabe mais coisas do que contou para a Susan…

Quem assistiu pode ver, mais um episódio perfeito de “Desperate Housewives”, com direito a ótimas gargalhadas, um toque de mistério e uma elenco afinadíssimo.

Fuck it! Eles deixarão saudades.

19 Abril, 2008 Maurício 3 comentários

Skins: 2×10 – Everyone.

No meu último review sobre “Skins”, eu acabei pegando um pouco pesado com série, talvez pela horrível notícia da troca de elenco ou pela segunda temporada meio fraquinha. Mas, com esse episódio aprendi a dizer, FUCK IT!

Fuck it! A mudança de elenco. Fuck it! A temporada fraca. Fuck it! Os furos da série. E, fuck it! O último episódio ter deixado algumas lacunas. Pois, “Skins” é, e será inesquecível.

Ao contrario do que eu pensava o “seqüestro” do caixão não foi um ato sem sentido e mal feito, o simbolismo por de trás daquele ato foi lindo, afinal, o Chris era assim, ele era a bagunça, era o tumultuo e era o algo de mais errado em “Skins”. Eu nunca pensei que “Oops! I did it again” combinaria com essa cena.

Outra cena que foi digna do Chris, que na verdade foi até melhor que o seqüestro do caixão, foi o seu enterro, as palavras da Jal conseguindo abafar o discurso do padre, e até o pai do Chris parando para ouvir suas palavras, os fogos, foi tudo tão “Skins”.

Porém, o episódio não ficou só no enterro do Chris e a palavra “Everyone” que intitula o episódio foi cumprida. Todos apareceram, e mostraram que a era “Tony Stonem” chegou ao fim e que agora começará a era “Effy Stonem”.

Pela primeira vez o Anwar conseguiu me impressionar, ele viver meio como “Peter Pan”, não ter planejado nada para sua vida e pensado que não iria crescer, foi um história entanto para um personagem que até agora não tinha apresentado nada, no fim o Anwar acabou indo morar com o Maxxie e o namorado dele, em Londres. A Sketch, coitada, tenho dó dela, acabou ficando sozinha, olhando o Anwar e o Maxxie, os dois amores dela, irem embora.

Já o Tony, Michelle, Cassie, Sid e Jal, tiveram finais não muito claros, porém óbvios. Primeiro irei falar do Tony e do Sid, esses sim, tiveram um ótimo final, quem assistiu ouvi um das declarações mais lindas entre amigos, os dois disseram que se amam, e que nunca se esquecerão um do outro, acho que não são muitos amigos que dizem isso, não?

A Cassie e o Sid terminaram assim: Com um plano macumunadado pelo Tony, o Sid acabou indo para no aeroporto, com uma passagem para os EUA, para ele ir atrás da Cassie, após procurar e procurar, quando parecia que o Sid ia encontrar a Cassie, a série acaba! Como assim? Que final cruel! É óbvio que eles se encontram, mas, poderia ter havido no mínimo uma troca de olhares ou nós poderiam ter ouvido um “Oh, uau” vindo da Cassie, mas, nada, para os dois a série acabou ai.

Já o final da Michelle e o Tony, esse sim, foi o final incógnita. Após o Tony deixar o Sid no aeroporto, o ele volta ao encontro da ‘Chelle , os dois tem alguns diálogos e o final dos dois termina incerto. Como eu li na comunidade se Skins, essa foi uma brecha que o roteirista que escreveu o episódio deixou para nós, cabe a nós dar-mos um final para o Tony e a ‘Chelle, e, o Sid e a Cassie, foi ao mesmo tempo um presente e um castigo que nós recebemos. Eu prefiro imaginar que os dois casais viveram felizes, com alguns problemas normais com é na vida real, mas, felizes.

E, por fim a Jal, a personagem com o final mais triste, sem o Chris e sem o bebê. Ela acabou tirando o filho dos dois, e, com o Michelle disse, ela teve de fazer a escolha mais difícil que uma pessoa pode fazer, sofre por amar ou sofrer por não amar.

Já na última cena nós vemos a Effy, em sua única cena no episódio, com um sorriso no rosto e uma expressão maliciosa, que para mim traduz essa fala: “Hey, eles se foram, mas, eu ainda estou aqui!”.

Pois, é, só sobrou a Effy, e com toda certeza, toda a atenção será centrada nela, que na próxima temporada apareça alguém capaz de superar, os inesquecíveis Tony e Cassie, os carismáticos Sid e Maxxie, a dramática Jal, as apaixonadas Michelle e Sketch e o sem adjetivos, Anwar.

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